sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Considerações diversas a ter em relação ao parto aquático (parte 2)


  • Quando entrar na piscina é importante que esteja na fase activa do trabalho de parto. A sua cervix deve ter pelo menos 5 centímetros de dilatação, pois se entrar na piscina demasiado cedo as contracções poderão abrandar.

  • Enquanto estiver na piscina deve beber muita água, para não ficar desidratada ou sofrer um sobreaquecimento.

  • Se o trabalho de parto abrandar deve sair da piscina e caminhar um pouco, depois poderá retornar à piscina.

  • Dentro da piscina poderá necessitar de apoio para mudar de posição, pode experimentar posições como colocar-se gatas, inclinar-se para um lado ou estar de cócoras.

  • Se desejar expulsar a placenta naturalmente pode ficar dentro da piscina. Mas se preferir levar uma injecção de ocitocina, esta não deve ser administrada dentro de água

 

O bebé e o parto dentro de água

O bebé respirará pela primeira vez quando for trazido à superfície da água. Quando o bebé for exposto ao ar, sentir a alteração da temperatura e o toque vai desencadear a respiração. Desta forma a água da piscina deve ser mantida a 37ºC enquanto o bebé é expulso. Quando o bebé estiver no exterior a mãe ou o médico guiá-lo-á até à superfície, para que ele possa respirar pela primeira vez. Depois de isto acontecer o bebé pode ficar parcialmente dentro de água junto ao corpo da mãe para permanecer quente enquanto a cabeça deve ficar fora de água.
Pode saber mais em: http://partoaquatico.net/

Sem comentários:

Enviar um comentário