Eis uma curiosidade descoberta por uma pesquisa recente: um feto pode aprender a ver antes de nascer.
Para o desenvolvimento da visão, é necessária luz. Há muito tempo, os cientistas sabem que o feto pode sentir cheiros e gostos, e pode ouvir. Um pesquisador italiano, da Universidade de Turim, se questionou se haveria, no útero, suficiente luz para eles verem também.
O resultado: nos dois últimos meses de gravidez, luz suficiente penetra na barriga de uma mulher para o feto desenvolver a visão. A conclusão veio a partir da medição de quantidade de luz que pode penetrar o útero de uma mulher típica.
O pesquisador constatou que, em uma mulher nua, pode se penetrar cerca de 0,1 a 1% da luz ambiente. Em condição de sol brilhante, um feto pode receber luz equivalente à encontrada em uma casa tipicamente acesa.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Antidepressivo na gravidez: tomar ou não tomar?
A ciência ainda não foi capaz de resolver definitivamente a seguinte questão: se uma mulher grávida passa a sofrer de depressão, deve tomar algum medicamento que não esteja 100% livre do risco de causar algum dano ao feto, ou “aguentar” a depressão até ter o bebê? A resposta atual é “depende do caso”.
Ainda não há muitos estudos avançados na relação entre antidepressivos e o período de gravidez. De forma geral, não existe nenhum medicamento que seja garantido pelos médicos como absolutamente livre de alterar algo na gravidez. Apesar disso, alguns remédios foram identificados como “quase livres”, não causam nenhum dano aparente ao feto. Além disso, a depressão por si só pode causar problemas ao bebê que vai nascer.
Por isso, a recomendação da medicina é que se avalie cada caso: se a depressão da gestante não for significativa (geralmente é medida pela ansiedade e mudanças bruscas de humor na mulher), pode-se tentar evitar os remédios, não sem antes consultar um doutor. Se, por outro lado, a depressão se apresentar muito forte, deve-se sim procurar um médico e identificar o que pode ser tomado de forma segura.
Um congresso médico nos Estados Unidos, em 2006, apurou que de 14% a 23% das grávidas experimentam depressão durante a gestação. Cerca de 8% das gestantes tomam medicamentos antidepressivos. A maioria dos estudos na área foi feita por uma associação americana não-lucrativa que orienta grávidas sobre manutenção da saúde nesse período.
Entre os riscos de se tomar alguns medicamentos, estavam causar algum defeito cardíaco no bebê (associado ao remédio Paxil), ou problemas pulmonares (relacionados ao Paxil, Zoloft ou Prozac), mas há dois atenuantes. O primeiro é que apenas metade dos estudos realizados indicou tais chances de problemas. Além disso, nenhum dos riscos identificados foi superior a 1%, ou seja, uma taxa quase desprezível.
Outro ingrediente que se adiciona a esse dilema é o seguinte: interromper a ingestão de um remédio durante a gravidez também pode ser um problema. A mesma pesquisa constatou que o terceiro trimestre da gravidez é crítico para qualquer perturbação: se a mulher já tomava um medicamento e o deixa de fazer nos últimos três meses, pode ter uma depressão pós-parto muito mais acentuada. E como a depressão por si só também acarreta problemas, nem sempre é bom simplesmente evitar qualquer medicamento.
Uma boa saída, para quem optar por não tomar remédios, são terapias. Relaxamentos, medicamentos naturais e cochilos são boas opções para combater depressão leve ou moderada, sem correr qualquer risco de prejudicar seu bebê.
Ainda não há muitos estudos avançados na relação entre antidepressivos e o período de gravidez. De forma geral, não existe nenhum medicamento que seja garantido pelos médicos como absolutamente livre de alterar algo na gravidez. Apesar disso, alguns remédios foram identificados como “quase livres”, não causam nenhum dano aparente ao feto. Além disso, a depressão por si só pode causar problemas ao bebê que vai nascer.
Por isso, a recomendação da medicina é que se avalie cada caso: se a depressão da gestante não for significativa (geralmente é medida pela ansiedade e mudanças bruscas de humor na mulher), pode-se tentar evitar os remédios, não sem antes consultar um doutor. Se, por outro lado, a depressão se apresentar muito forte, deve-se sim procurar um médico e identificar o que pode ser tomado de forma segura.
Um congresso médico nos Estados Unidos, em 2006, apurou que de 14% a 23% das grávidas experimentam depressão durante a gestação. Cerca de 8% das gestantes tomam medicamentos antidepressivos. A maioria dos estudos na área foi feita por uma associação americana não-lucrativa que orienta grávidas sobre manutenção da saúde nesse período.
Entre os riscos de se tomar alguns medicamentos, estavam causar algum defeito cardíaco no bebê (associado ao remédio Paxil), ou problemas pulmonares (relacionados ao Paxil, Zoloft ou Prozac), mas há dois atenuantes. O primeiro é que apenas metade dos estudos realizados indicou tais chances de problemas. Além disso, nenhum dos riscos identificados foi superior a 1%, ou seja, uma taxa quase desprezível.
Outro ingrediente que se adiciona a esse dilema é o seguinte: interromper a ingestão de um remédio durante a gravidez também pode ser um problema. A mesma pesquisa constatou que o terceiro trimestre da gravidez é crítico para qualquer perturbação: se a mulher já tomava um medicamento e o deixa de fazer nos últimos três meses, pode ter uma depressão pós-parto muito mais acentuada. E como a depressão por si só também acarreta problemas, nem sempre é bom simplesmente evitar qualquer medicamento.
Uma boa saída, para quem optar por não tomar remédios, são terapias. Relaxamentos, medicamentos naturais e cochilos são boas opções para combater depressão leve ou moderada, sem correr qualquer risco de prejudicar seu bebê.
Mães de gêmeos são mais fortes e vivem mais
Ao invés de ser um acidente de reprodução que acaba com a energia das mulheres, ter gêmeos pode na verdade ser uma adaptação evolutiva na qual mães saudáveis têm a oportunidade de passar seus genes duplamente de uma só vez.
Segundo uma nova pesquisa, ter dois bebês ao mesmo tempo está associado a uma vida mais longa. Mas não, cuidar de gêmeos não aumenta a expectativa de vida das mulheres diretamente; em vez disso, as mães de gêmeos já são fisicamente mais fortes.
Ter gêmeos pode ser um identificador dessas mulheres notáveis, pessoas fisicamente excepcionais. Porém, a pesquisa se focou em populações de mulheres de 1800 de Utah, EUA, que tiveram que seus filhos naturalmente, e por isso os resultados podem não se aplicar a sociedade atual da fertilização in vitro.
Gêmeos idênticos, criados quando um embrião se divide em dois durante o desenvolvimento no útero, nascem mais ou menos ao acaso. Já gêmeos fraternos, que se desenvolvem a partir de óvulos separados liberados e fertilizados ao mesmo tempo, mostram alguns padrões tanto de hereditariedade (ocorre na família) quanto influência ambiental.
Sem contar gêmeos concebidos de fertilização in vitro, os gêmeos respondem a 6 em cada 1.000 nascimentos na Ásia, 10 a 20 de cada 1.000 nascimentos nos EUA e na Europa, e 40 de cada 1.000 nascimentos na África.
Os cientistas queriam ter um olhar nesses nascimentos antes da tecnologia reprodutiva e controle de natalidade existirem. Para isso, eles usaram um banco de dados da população de Utah, um registro genealógico enorme que remonta ao início dos anos 1800.
A partir desse banco de dados, eles puxaram os registros familiares das mulheres que nasceram entre 1807 e 1899, e que viveram pelo menos 50 anos, para observar a totalidade de seus anos reprodutivos. Também excluíram viúvas e esposas de famílias polígamas, para garantir que estivessem comparando mulheres semelhantes.
O resultado incluiu 58.786 mulheres, 4.603 das quais tinham pelo menos um par de gêmeos. Os pesquisadores compararam as mães de gêmeos com as outras mães quanto a diferenças na expectativa de vida, número de filhos, tempo entre gestações e duração da fertilidade, todas medidas de saúde.
As mães de gêmeos bateram as outras mamães em todas as medidas. Elas viveram mais tempo, tiveram uma vida reprodutiva mais longa, precisaram de menos tempo para se recuperar entre as gestações, e tiveram mais filhos.
As mães de gêmeos nascidos antes de 1870 tinham em média 1,9 mais filhos do que outras mães da sua faixa etária, e as mães no grupo pós-1870 tinham 2,3 filhos a mais do que suas semelhantes.
Como gêmeos têm maior probabilidade de morrer do que filhos únicos, os pesquisadores ajustaram os dados à mortalidade infantil, assumindo que uma mãe de gêmeos pode ter bebês mais rapidamente depois que uma criança morre. Após esse ajuste, as mães de gêmeos ainda estavam na frente, tendo 1,24 e 1,56 mais bebês do que as outras mães.
Os resultados não diferiram com o passar do tempo, embora as mulheres pré-1870 tivessem pior atendimento médico do que as mulheres nascidas depois.
No entanto, é difícil comparar os dados de 1800 com os de hoje. Segundo os pesquisadores, a fertilização in vitro aumentou o número de gêmeos nascidos. Outros fatores mudaram também: globalmente, as mulheres engravidam menos agora do que em 1800, então suas chances gerais de ter uma gravidez de gêmeos espontânea são mais baixas.
Um estudo de 2001 com mulheres da região rural de Gâmbia, no entanto, mostrou que as mães de gêmeos tinham melhor saúde reprodutiva do que as mães de filhos únicos.
O próximo passo da pesquisa é estudar os gêmeos de Utah, para ver como eles se saíram, dado o fato de que são mais propensos a nascerem prematuros e com problemas de saúde.
Os cientistas também querem estudar as “supermães”; ao identificá-las, poderão analisar outros aspectos sobre elas que as tornam mais saudáveis, as fazem viverem mais e terem bebês em um ritmo mais rápido do que o resto da população
Segundo uma nova pesquisa, ter dois bebês ao mesmo tempo está associado a uma vida mais longa. Mas não, cuidar de gêmeos não aumenta a expectativa de vida das mulheres diretamente; em vez disso, as mães de gêmeos já são fisicamente mais fortes.
Ter gêmeos pode ser um identificador dessas mulheres notáveis, pessoas fisicamente excepcionais. Porém, a pesquisa se focou em populações de mulheres de 1800 de Utah, EUA, que tiveram que seus filhos naturalmente, e por isso os resultados podem não se aplicar a sociedade atual da fertilização in vitro.
Gêmeos idênticos, criados quando um embrião se divide em dois durante o desenvolvimento no útero, nascem mais ou menos ao acaso. Já gêmeos fraternos, que se desenvolvem a partir de óvulos separados liberados e fertilizados ao mesmo tempo, mostram alguns padrões tanto de hereditariedade (ocorre na família) quanto influência ambiental.
Sem contar gêmeos concebidos de fertilização in vitro, os gêmeos respondem a 6 em cada 1.000 nascimentos na Ásia, 10 a 20 de cada 1.000 nascimentos nos EUA e na Europa, e 40 de cada 1.000 nascimentos na África.
Os cientistas queriam ter um olhar nesses nascimentos antes da tecnologia reprodutiva e controle de natalidade existirem. Para isso, eles usaram um banco de dados da população de Utah, um registro genealógico enorme que remonta ao início dos anos 1800.
A partir desse banco de dados, eles puxaram os registros familiares das mulheres que nasceram entre 1807 e 1899, e que viveram pelo menos 50 anos, para observar a totalidade de seus anos reprodutivos. Também excluíram viúvas e esposas de famílias polígamas, para garantir que estivessem comparando mulheres semelhantes.
O resultado incluiu 58.786 mulheres, 4.603 das quais tinham pelo menos um par de gêmeos. Os pesquisadores compararam as mães de gêmeos com as outras mães quanto a diferenças na expectativa de vida, número de filhos, tempo entre gestações e duração da fertilidade, todas medidas de saúde.
As mães de gêmeos bateram as outras mamães em todas as medidas. Elas viveram mais tempo, tiveram uma vida reprodutiva mais longa, precisaram de menos tempo para se recuperar entre as gestações, e tiveram mais filhos.
As mães de gêmeos nascidos antes de 1870 tinham em média 1,9 mais filhos do que outras mães da sua faixa etária, e as mães no grupo pós-1870 tinham 2,3 filhos a mais do que suas semelhantes.
Como gêmeos têm maior probabilidade de morrer do que filhos únicos, os pesquisadores ajustaram os dados à mortalidade infantil, assumindo que uma mãe de gêmeos pode ter bebês mais rapidamente depois que uma criança morre. Após esse ajuste, as mães de gêmeos ainda estavam na frente, tendo 1,24 e 1,56 mais bebês do que as outras mães.
Os resultados não diferiram com o passar do tempo, embora as mulheres pré-1870 tivessem pior atendimento médico do que as mulheres nascidas depois.
No entanto, é difícil comparar os dados de 1800 com os de hoje. Segundo os pesquisadores, a fertilização in vitro aumentou o número de gêmeos nascidos. Outros fatores mudaram também: globalmente, as mulheres engravidam menos agora do que em 1800, então suas chances gerais de ter uma gravidez de gêmeos espontânea são mais baixas.
Um estudo de 2001 com mulheres da região rural de Gâmbia, no entanto, mostrou que as mães de gêmeos tinham melhor saúde reprodutiva do que as mães de filhos únicos.
O próximo passo da pesquisa é estudar os gêmeos de Utah, para ver como eles se saíram, dado o fato de que são mais propensos a nascerem prematuros e com problemas de saúde.
Os cientistas também querem estudar as “supermães”; ao identificá-las, poderão analisar outros aspectos sobre elas que as tornam mais saudáveis, as fazem viverem mais e terem bebês em um ritmo mais rápido do que o resto da população
Bebês que crescem com animais de estimação desenvolvem menos alergias a eles
Segundo uma nova pesquisa, bebês que convivem com cães e gatos são menos propensos a desenvolver alergias aos animais mais tarde na vida.
Os pesquisadores coletaram informações de 566 crianças e seus pais sobre a exposição das crianças aos animais de estimação e seu histórico de alergias. Além disso, quando as crianças completaram 18 anos, eles tomaram amostras de sangue e as testaram para certas proteínas do sistema imunológico (conhecidas como anticorpos) que lutam contra alérgenos de cães e gatos.
As crianças que cresceram em lares com gatos tinham cerca de metade da probabilidade (48% mais baixa) de serem alérgicas a eles quando adolescentes. Crescer em torno de um cãozinho reduziu o risco de alergias ao cão por aproximadamente a mesma quantidade para os meninos (50% mais baixo), mas não para meninas; uma descoberta que os pesquisadores não conseguiram compreender.
Os cientistas sugerem que as meninas talvez não desenvolvam a mesma imunidade que os meninos porque interagem de forma diferente com os cães; mas é só um palpite.
A pesquisa mostrou que estar exposto aos animais de estimação após o primeiro ano de vida não parece ter qualquer efeito sobre o risco de alergias, o que indica que o tempo pode ser tudo quando se trata de prevenir alergias.
Embora os cientistas não possam dizer com certeza, suspeitam que a exposição precoce a alérgenos e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico. O corpo se habitua aos alérgenos, e ajuda a criança a construir uma imunidade natural.
“A sujeira é boa”, diz a pesquisadora Ganesa Wegienka. “Se o sistema imunológico estiver ocupado com exposições no início, fica longe do perfil imune alérgico”.
Esse não é o primeiro estudo a achar que ter um animal doméstico pode proteger as crianças de alergias, mas é o primeiro a acompanhar as crianças até que elas alcancem 18 anos. Os estudos anteriores tiveram resultados mistos.
Alguns chegaram a ligar a exposição a cães durante a infância a um risco aumentado de alergia, por isso é muito cedo para recomendar um cão ou gato para afastar alergia em seu filho. Pela mesma razão, não se livre de seu animal de estimação quando tiver um filho, achando que o bicho vai provocar alergias.
“No final, provavelmente vamos descobrir que existem períodos de oportunidade, quando a exposição aos alérgenos, para algumas pessoas, vai ter um efeito protetor”, afirma o especialista em alergia e imunologia, David Nash, que não participou do estudo.
Além disso, é possível que outros fatores, além de ter um cão ou gato, influenciem o risco de alergia. Por exemplo, embora os pesquisadores tenham levado em conta o fato de os pais das crianças serem alérgicos ou não, eles não perguntaram por um histórico familiar mais amplo de alergias ou outros problemas de saúde. Pode ser que as crianças geneticamente predispostas a alergias simplesmente sejam menos propensas a crescerem em lares com animais.[
Os pesquisadores coletaram informações de 566 crianças e seus pais sobre a exposição das crianças aos animais de estimação e seu histórico de alergias. Além disso, quando as crianças completaram 18 anos, eles tomaram amostras de sangue e as testaram para certas proteínas do sistema imunológico (conhecidas como anticorpos) que lutam contra alérgenos de cães e gatos.
As crianças que cresceram em lares com gatos tinham cerca de metade da probabilidade (48% mais baixa) de serem alérgicas a eles quando adolescentes. Crescer em torno de um cãozinho reduziu o risco de alergias ao cão por aproximadamente a mesma quantidade para os meninos (50% mais baixo), mas não para meninas; uma descoberta que os pesquisadores não conseguiram compreender.
Os cientistas sugerem que as meninas talvez não desenvolvam a mesma imunidade que os meninos porque interagem de forma diferente com os cães; mas é só um palpite.
A pesquisa mostrou que estar exposto aos animais de estimação após o primeiro ano de vida não parece ter qualquer efeito sobre o risco de alergias, o que indica que o tempo pode ser tudo quando se trata de prevenir alergias.
Embora os cientistas não possam dizer com certeza, suspeitam que a exposição precoce a alérgenos e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico. O corpo se habitua aos alérgenos, e ajuda a criança a construir uma imunidade natural.
“A sujeira é boa”, diz a pesquisadora Ganesa Wegienka. “Se o sistema imunológico estiver ocupado com exposições no início, fica longe do perfil imune alérgico”.
Esse não é o primeiro estudo a achar que ter um animal doméstico pode proteger as crianças de alergias, mas é o primeiro a acompanhar as crianças até que elas alcancem 18 anos. Os estudos anteriores tiveram resultados mistos.
Alguns chegaram a ligar a exposição a cães durante a infância a um risco aumentado de alergia, por isso é muito cedo para recomendar um cão ou gato para afastar alergia em seu filho. Pela mesma razão, não se livre de seu animal de estimação quando tiver um filho, achando que o bicho vai provocar alergias.
“No final, provavelmente vamos descobrir que existem períodos de oportunidade, quando a exposição aos alérgenos, para algumas pessoas, vai ter um efeito protetor”, afirma o especialista em alergia e imunologia, David Nash, que não participou do estudo.
Além disso, é possível que outros fatores, além de ter um cão ou gato, influenciem o risco de alergia. Por exemplo, embora os pesquisadores tenham levado em conta o fato de os pais das crianças serem alérgicos ou não, eles não perguntaram por um histórico familiar mais amplo de alergias ou outros problemas de saúde. Pode ser que as crianças geneticamente predispostas a alergias simplesmente sejam menos propensas a crescerem em lares com animais.[
Stresse da mãe é transmitido ao bebê dentro do útero
Segundo pesquisadores alemães, o stresse da mãe pode passar para o bebê dentro do útero e pode causar um efeito duradouro.
Eles observaram que um receptor de hormônios do stresse passa por uma mudança biológica no feto se a mãe é muito stressada (por exemplo, por causa de um parceiro violento). Essa alteração pode deixar as crianças menos capazes de lidar com seu próprio stresse e já foi até vinculada à doenças mentais e problemas comportamentais.
As descobertas foram baseadas em um pequeno estudo com 25 mulheres e seus filhos, hoje com idades entre 10 e 19 anos. Os pesquisadores apontam que as mulheres envolvidas no estudo passavam por circunstâncias excepcionais em casa, levando elas a um nível de stresse que a maioria das grávidas não costumam ter no dia-a-dia.
Porém, os pesquisadores dizem que os resultados não são conclusivos – muitos outros fatores podem estar envolvidos, como por exemplo, o ambiente em que a criança cresceu. Mas eles suspeitam que o ambiente mais antigo do bebê pode ser essencial: o útero.
Para a pesquisa, foram observados os genes das mães e dos adolescentes para encontrar algum padrão incomum. Alguns dos adolescentes tiveram mudanças em um gene particular (GR), que ajuda a regular a resposta hormonal do organismo ao stresse. Essas alterações genéticas normalmente acontecem enquanto o bebê ainda está em desenvolvimento no útero e os cientistas acreditam que elas são acionadas pelo estado de bem-estar emocional da mãe no momento da gravidez.
No estudo, essas mães tinham vivido com a ameaça constante de violência de seu marido ou parceiro. E, ao que parece, esse stresse contínuo teve seus efeitos sobre a gravidez.
A transformação do GR verificada parece tornar o indivíduo mais atento ou sensível ao stresse, o que significa que ele vai reagir a ele mais rápido, tanto hormonal como mentalmente. Como adultos, esses adolescentes tendem a ser mais impulsivos e podem tentar conter as suas emoções.
Agora, os pesquisadores planejam realizar investigações mais detalhadas a partir de um número maior de mães e crianças, para tentar confirmar suas suspeitas. Para eles, a gravidez é excepcionalmente sensível a um ambiente psicossocial desequilibrado. Abordar o estresse materno e a depressão na gravidez é uma questão clínica e social...
Eles observaram que um receptor de hormônios do stresse passa por uma mudança biológica no feto se a mãe é muito stressada (por exemplo, por causa de um parceiro violento). Essa alteração pode deixar as crianças menos capazes de lidar com seu próprio stresse e já foi até vinculada à doenças mentais e problemas comportamentais.
As descobertas foram baseadas em um pequeno estudo com 25 mulheres e seus filhos, hoje com idades entre 10 e 19 anos. Os pesquisadores apontam que as mulheres envolvidas no estudo passavam por circunstâncias excepcionais em casa, levando elas a um nível de stresse que a maioria das grávidas não costumam ter no dia-a-dia.
Porém, os pesquisadores dizem que os resultados não são conclusivos – muitos outros fatores podem estar envolvidos, como por exemplo, o ambiente em que a criança cresceu. Mas eles suspeitam que o ambiente mais antigo do bebê pode ser essencial: o útero.
Para a pesquisa, foram observados os genes das mães e dos adolescentes para encontrar algum padrão incomum. Alguns dos adolescentes tiveram mudanças em um gene particular (GR), que ajuda a regular a resposta hormonal do organismo ao stresse. Essas alterações genéticas normalmente acontecem enquanto o bebê ainda está em desenvolvimento no útero e os cientistas acreditam que elas são acionadas pelo estado de bem-estar emocional da mãe no momento da gravidez.
No estudo, essas mães tinham vivido com a ameaça constante de violência de seu marido ou parceiro. E, ao que parece, esse stresse contínuo teve seus efeitos sobre a gravidez.
A transformação do GR verificada parece tornar o indivíduo mais atento ou sensível ao stresse, o que significa que ele vai reagir a ele mais rápido, tanto hormonal como mentalmente. Como adultos, esses adolescentes tendem a ser mais impulsivos e podem tentar conter as suas emoções.
Agora, os pesquisadores planejam realizar investigações mais detalhadas a partir de um número maior de mães e crianças, para tentar confirmar suas suspeitas. Para eles, a gravidez é excepcionalmente sensível a um ambiente psicossocial desequilibrado. Abordar o estresse materno e a depressão na gravidez é uma questão clínica e social...
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Gravidez psicologica :S
A gravidez psicológica é uma síndrome que pode acontecer em mulheres que desejam ser mãe ou que possuem medo da responsabilidade de ter um filho. A partir dessas sensações, o inconsciente da mulher passa a manifestar-se através de reações corpóreas que se assemelha a uma gravidez de fato. O útero começa a crescer, a mulher sente enjôo, náuseas, tem sua menstruação interrompida, as glândulas mamárias são ativadas assim como ocorre em uma mulher com um embrião em desenvolvimento dentro de seu organismo.
Em linhas gerais, a gravidez psicológica é uma fantasia delirante. "A mulher acredita que está grávida e a ‘prova de realidade’ (a confirmação médica de que não existe bebê algum) não tem nenhum valor para ela", diz a psicanalista Eliane Pessoa de Farias, coordenadora da Clínica Pais-bebê, da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro. "Mas quero lembrar que esta gravidez não é uma mentira para ela, ou seja, ela pensa de verdade que está esperando um bebê e o seu corpo confirma", acrescenta.
A resposta do corpo
Por mais incrível que pareça, a mulher que vive uma gravidez imaginária pode sentir na pele o mesmo que sentem as futuras mães de verdade. "A mente é muito forte. A gravidez psicológica tem origem mental, mas o corpo responde", diz a psicanalista. Como? "Muitas sentem enjôo, têm desejos, apresentam crescimento do abdômen e dos seios, e, em alguns casos raros, é possível até produzirem leite", afirma a ginecologista e obstetra Rosele Jobst, do Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio. O aumento da barriga, neste caso, fica por conta da comilança. "Como elas acham que estão grávidas, pensam que deve comer por dois. O que acontece é o acúmulo de gordura no abdômen e nos seios. Além disso, muitas confundem os gases e movimentos naturais do intestino com o bebê se mexendo no útero”, acrescenta a médica.
Por que isso acontece?
De acordo com a psicanalista Eliane Farias, dificilmente a gravidez psicológica acontece por uma única razão. “Cada pessoa reage aos problemas de uma maneira particular e qualquer transtorno psicológico tem diversas causas”, diz. Baixa auto-estima, sentimentos de rivalidade intensa, insegurança, baixa capacidade de lidar com as frustrações, além de um forte desejo de ter um filho são algumas delas. Muitas mulheres ainda se sentem pressionadas pelo marido e pela família e a ter um filho podem acabar gerando um bebê de mentira. "Também há situações em que a mulher quer garantir a estabilidade do relacionamento e pensa que um filho é a solução, como no caso da Simone", acrescenta Rosele Jobst.
Na linha de frente
Quem são as mulheres mais propensas a desenvolver uma gravidez psicológica? Apesar de o problema também surgir em mulheres jovens, como na novela, a obstetra afirma que é mais comum isso acontecer com pessoas mais velhas, próximas à menopausa, inférteis e com distúrbios hormonais que interferem na menstruação.
Até quando vai a farsa?
Tanto a obstetra quanto a psicanalista afirmam que é possível a mulher acreditar na mentira de que vai ser mãe até chegar a hora do “parto”. "Há seis meses, uma moça de 22 anos chegou ao hospital onde trabalho, como a barriga enorme, dizendo que estava em trabalho de parto”, conta Rosele Jobst. “Mas o simples exame ginecológico revelou a falsa gravidez. Ela chegou a apresentar um cartão de pré-natal falsificado, com datas de consulta e informações sobre o feto. Estava até com o enxoval comprado”, lembra a médica. Mas geralmente, logo nas primeiras consultas e diante do resultado de exames, qualquer médico minimamente competente descobre que sua paciente não está grávida. "Neste caso, a mulher procura outro médico, que irá lhe falar o mesmo. Mas como ela não acredita no que ouve, procura uma série de profissionais até se dar conta da verdade”, afirma a ginecologista.
A hora da verdade
Mas como se sentem as mulheres que, de repente, descobrem que o bebê que tanto esperavam não existe? "São variáveis as reações. Algumas mulheres até sentem alívio quando descobrem que não estão grávidas, mas em geral a reação é de susto e de decepção", afirma Rosele Jobst.
Carinho e terapia
A ginecologista Rosele Jobst e a psicanalista Eliane Farias afirmam que é a psicoterapia o tratamento possível para curar a “falsa gravidez”. “Em geral, essas mulheres não procuram ajuda psicológica, pois se procurarem o terapeuta estarão admitindo que não tem o bebê”, afirma. "Por isso, é essencial o apoio da família, antes e após a aceitação do fato. E, tão importante quanto aceitar a realidade de que não está grávida, é ter certeza de que ela não precisa de um filho para se sentir amada"
Enxoval , ultimos preparativos :D
Com a aproximação da chegada do bebê, a correria aumenta. Tudo tem de estar pronto para receber o novo membro da família e o enxoval é uma delas...São os últimos preparativos para quando chegar à hora é o acabar de arranjar o quarto, é a compra do berço, a primeira roupinha, etc.Tudo tem de estar pronto para receber o novo membro da família. E o enxoval é uma delas. Toda roupa deve ser de algodão, de preferência, devendo ser lavadas sem exceção, com sabão neutro ou sabão de coco, não colocar nada no enxágue para deixar com cheirinho, pois seu bebê pode ser alérgico
O quarto do bebêO quarto do seu bebê deve ser preparado pois ele está chegando. O ambiente é muito importante é no quarto que você e seu pequeno passarão a maior parte do tempo no começo. Cuide dos pequenos detalhes com antecedência para que não fique nada em cima da hora.
O conforto do quarto deverá ser para o bebê e para mãe, não esqueça de separar no quarto um local exclusivo para amamentação.
Cores
Escolha cores com tons pastel no quarto do bebê. Os brinquedos com cores mais vivas pode fazer o contraste.
Berço
O estrado tem de ser regulável na altura, o bebê cresce, é só abaixar.
Bichos de pelúcia
Você deve evitar esse tipo de brinquedo por causa de acúmulos de poeira. Caso não tenha como faça a limpeza com aspirador toda semana e deve lavá-los com água e sabão uma vez por mês.
Gavetas
Devem ter travas para que não despenquem na cabeça os pequenos curiosos, que vão adorar abri-las assim que começarem a engatinhar.
Iluminação
Aproveite a luz natural. À noite, um abajur é o ideal com luz fraca para que a mãe possa olhar o nenê sem incomodá-lo.
Trocador
As mães e pais devem deixar tudo à mão, pois os bebês podem, num descuido do casal, virar e cair.
Repelentes
Melhor usar produtos dissolvidos em água, na forma de spray, duas horas antes de a criança ir para o quarto. Não use outro tipo de repelente ou métodos.
Cortina
As persianas, que podem ser limpas com pano úmido, são a melhor opção. Se a escolha for uma de painel, deve ser aspirada uma vez por semana e lavada a cada três meses.
O quarto do bebêO quarto do seu bebê deve ser preparado pois ele está chegando. O ambiente é muito importante é no quarto que você e seu pequeno passarão a maior parte do tempo no começo. Cuide dos pequenos detalhes com antecedência para que não fique nada em cima da hora.
O conforto do quarto deverá ser para o bebê e para mãe, não esqueça de separar no quarto um local exclusivo para amamentação.
Cores
Escolha cores com tons pastel no quarto do bebê. Os brinquedos com cores mais vivas pode fazer o contraste.
Berço
O estrado tem de ser regulável na altura, o bebê cresce, é só abaixar.
Bichos de pelúcia
Você deve evitar esse tipo de brinquedo por causa de acúmulos de poeira. Caso não tenha como faça a limpeza com aspirador toda semana e deve lavá-los com água e sabão uma vez por mês.
Gavetas
Devem ter travas para que não despenquem na cabeça os pequenos curiosos, que vão adorar abri-las assim que começarem a engatinhar.
Iluminação
Aproveite a luz natural. À noite, um abajur é o ideal com luz fraca para que a mãe possa olhar o nenê sem incomodá-lo.
Trocador
As mães e pais devem deixar tudo à mão, pois os bebês podem, num descuido do casal, virar e cair.
Repelentes
Melhor usar produtos dissolvidos em água, na forma de spray, duas horas antes de a criança ir para o quarto. Não use outro tipo de repelente ou métodos.
Cortina
As persianas, que podem ser limpas com pano úmido, são a melhor opção. Se a escolha for uma de painel, deve ser aspirada uma vez por semana e lavada a cada três meses.
Conselhos para evitar inflamações nos mamilos.
-Sobretudo no inicio do período da amamentação, os mamilos poderão ficar doridos. Tal deve-se sobretudo a posição de amamentar obtada. Certifique-se que o mamilo fica realmente no meio da boca do bebé. Talvez seja melhor se deitar a criança sobre uma almofada. Dê-lhe de mamar mais cedo do que o habitual, para que não esteje tão faminto e sugue com tanta força. Se provocar demasiada dor, extraia o leite manualmente durante uns dias e dê-lho com o biberão.
-As gretas no mamilo sararão mais depressa se, após a amamentação, deixar secar a baba e o leite sobre a pele do mamilo. Não lave com sabão. Deixe o mais possível o mamilo ao ar e ao sol.
-Seios inchados e duros_ no 3º a 4º dia após o nascimento, sentirá os seus seios a encher-se de leite. Por vezes estes ficam excessivamentecheios e tornam-se sensíveis, pelo que a criança possa a ter alguma dificuldade a agarrar o mamilo. Antes de amamentar, retire algum leite com a mão, para tornar os seios mais maçios, e a criança conseguir apanhar melhor o mamilo.
-Um duche ou uma compressa quente antes de amamentar poderá ajudar o leite a fluir melhor.
-Os seios doridos poderão ser aliviados pela aplicação de compressas frias nos entrevalos das mamadas. Existem para este efeito discos feitos de um material muito suave e absorvente que podem ser colocados por dentro de um soutien.
-Perigo: A mama pode sofrer uma inflamação, chamada mastite. Se a mastite não for tratadam pode produzir uma infecção e formar um abcesso. Aparece associadaa dor, tumefacção, avermelhamento e aumento da temperatura da mama. Consulte o seu médico...
Terei leite suficiente ? A dúvida da maioria das mães, veja aqui
A razão mais frequente para as mulheres desisitirem de amamentar é a sensação, errada, de que não têm leite suficiente para alimentar o bebé. Pensando que assim aumentam a quantidade disponivel para a próxima mamada, por vezes saltam uma ou outra refeição e em vez dela, dá um biberão a criança.
O efeito porem, é completamente o contrário daquilo que se quer.
A verdade é que a natureza determinou que os seus seios produzissem tanto mais leite quanto mais vezes a criança neles mamasse. se amamentar menos vezes, a oferta deixa de ser tão abundante.
Neste caso, a alimentação com o biberão (normalmente desnecessária) apenas dificulta a amamentação, isto se não contribuir mesmo para o desmame.
Por isso mesmo, deverá ter paciência: até que tudo corra como deve ser e que você ganhe confiança na sua capacidade de amamentação poderá demorar até 6 semanas. Não se deixe enganar, se a criança subitamente der a impressão de que já não se sente satizfeita.
Em determinadas alturas os lactentes desenvolvem um apetite voraz, responsavel por grandes saltos no crescimento. Tal é o caso entre as 5 e as 6 semanas, bem como aos 3 e aos 6 meses. Nessas alturas, se dedicar um ou dois dias inteiramente a isso e aumentar a frequência com que põe o seu filho a mamar, conseguirá aumentar a produção de leite.
Como ter a sertesa de que o leite materno é suficiente:
- Se o seu filho vai aumentando de peso gradualmente cerca de 200 gramas por semana nos primeiros três meses.
-Se a sua expressão é viva e desperta, se os olhos se apresentarem brilhantes e os músculo do corpo tiverem uma consistência firme.
-Se o bebé parecer satisfeito após as refeições.
-Se num espaço de tempo de 24 horas o bebé molhar 6 ou mais fraldas sem que lhe tenha sido administrado mais nenhum liquido.
Se não estiver muito convençida, procure sempre um espeçialista.
O bebé já nasçeu (Icterísia fisiologica)..
Muitos bebés saudáveis desenvolvem cerca do terceiro dia após o nascimento uma forma ligeira de icterícia (que resulta num aspecto amarelado da pele). Esta situação é conhecida por icterícia ficiológica e deve-se à presença no sangue de glóbulos vermelhos em excesso que depois são destruídos e eliminados lentamente pelo fígado.
É frequente o fígado do recém-nascido não ter ainda capacidade de eliminar bilirrubina, um pigmento amarelo-avermelhado, com a rapidez desejavél. É precisamente a bilirrubina que confere á pele do bebé aquele tom amarelado. Passados poucos dias, a pele deixa de estar tão amarelada, um sinal de que o fígado da criança está a trabalhar..
Os bebés com icteríssia deverão ingerir mais líquidos e , se necessário, serão acordados para ser alimentados. Passadas 1 a 2 semanas a icterícia desaparece, no entanto, será necessário fazer análises ao sangue se forem detectados sinais de icterícia.
Se a quantidade desse pigmento amarelado ultrapassar um determinado valor,o seu filho deverá ser submetido a um tratamento de fototerapia.
É frequente o fígado do recém-nascido não ter ainda capacidade de eliminar bilirrubina, um pigmento amarelo-avermelhado, com a rapidez desejavél. É precisamente a bilirrubina que confere á pele do bebé aquele tom amarelado. Passados poucos dias, a pele deixa de estar tão amarelada, um sinal de que o fígado da criança está a trabalhar..
Os bebés com icteríssia deverão ingerir mais líquidos e , se necessário, serão acordados para ser alimentados. Passadas 1 a 2 semanas a icterícia desaparece, no entanto, será necessário fazer análises ao sangue se forem detectados sinais de icterícia.
Se a quantidade desse pigmento amarelado ultrapassar um determinado valor,o seu filho deverá ser submetido a um tratamento de fototerapia.
O bebé já nasçeu (Análises ao sangue, teste do pezinho)..
Todos os recém-nascidos são submetidos ao chamado "teste do pezinho", para o qual é retirada uma pequena amostra de sangue do calcanhar.
Isto acontece normalmente entre 3º ao 7º dia de vida, e poderá ser feito no hospital ou no centro de saúde.
O sangue é utilizado no rastreio de doenças metabólicas. Mediante a realização deste teste poder-se-á saber se o bebé está ou não afectado por essas doenças..
Uma delas é a fenilcetonúria. Os bebés afectados por esta doença têm de se sujeitar a uma dieta espeçial para que possam desenvolver-se normalmente.
Isto acontece normalmente entre 3º ao 7º dia de vida, e poderá ser feito no hospital ou no centro de saúde.
O sangue é utilizado no rastreio de doenças metabólicas. Mediante a realização deste teste poder-se-á saber se o bebé está ou não afectado por essas doenças..
Uma delas é a fenilcetonúria. Os bebés afectados por esta doença têm de se sujeitar a uma dieta espeçial para que possam desenvolver-se normalmente.
O bebé já nasçeu (Primeiros exames)..
Através de um sistema de medição conhecido como o ìndice de Apgar são avaliadas as capacidades do bebé em termos de respiração, frequência cardíaca, reflexos, cor da pele e tonicidade dos músculos.
A cada um destes critérios é atribuída uma avaliação de 0 a 2, num máximo possível 10.
Esta série de exames fornece informações acerca do modo como o bebé superou a fase crítica do nascimento e como está a adaptar-se ao seu novo ambiente.
A maioria dos pequenos problemas iniciais são rapidamente ultrapassados.
Neste primeiro exame são naturalmente também medidos o peso, o comprimento, e o perímetro cefálico.
Todos esses resultados são registados no boletim de saúde do bebé, e poderá consultá-los para acompanhar o desenvolvimento do seu bebé.
Antes de deixar a maternidade, o seu bebé será uma vez mais sujeito a um exame físico completo por parte do seu médico, em que este avalia o estado geral de saúde, para verificar se poderão existir quaisquer anomalias que até então não se tenham revelado.
Para além disso, a bacia do bebé é também examinada, para se saber se todas as articulações desta zona estão em condições.
Os pulmões, o coração, a coluna vertebral, os reflexos, os órgãos genitais, o abdómen, os olhos, e os ouvidos são cuidadosamente examinados.
Os recém-nascidos praticamente não dispõem de reservas de vitaminas K (importante para a capacidade de coagulação do sangue). Por essa razão será administrado ao bebé vitamina K, com vista a prevenir a ocorrência de hemorragias que poderão ser graves...
A cada um destes critérios é atribuída uma avaliação de 0 a 2, num máximo possível 10.
Esta série de exames fornece informações acerca do modo como o bebé superou a fase crítica do nascimento e como está a adaptar-se ao seu novo ambiente.
A maioria dos pequenos problemas iniciais são rapidamente ultrapassados.
Neste primeiro exame são naturalmente também medidos o peso, o comprimento, e o perímetro cefálico.
Todos esses resultados são registados no boletim de saúde do bebé, e poderá consultá-los para acompanhar o desenvolvimento do seu bebé.
Antes de deixar a maternidade, o seu bebé será uma vez mais sujeito a um exame físico completo por parte do seu médico, em que este avalia o estado geral de saúde, para verificar se poderão existir quaisquer anomalias que até então não se tenham revelado.
Para além disso, a bacia do bebé é também examinada, para se saber se todas as articulações desta zona estão em condições.
Os pulmões, o coração, a coluna vertebral, os reflexos, os órgãos genitais, o abdómen, os olhos, e os ouvidos são cuidadosamente examinados.
Os recém-nascidos praticamente não dispõem de reservas de vitaminas K (importante para a capacidade de coagulação do sangue). Por essa razão será administrado ao bebé vitamina K, com vista a prevenir a ocorrência de hemorragias que poderão ser graves...
Bem estar apos o Parto . . .
-Durante a gravidez, a maioria das mulheres recebe muitas atenções, mas após o nascimento todos estes cuidados passam a ser orientados no sentido do bebé, da sua saúde e do seu bem estar. Os visitantes, ao entrar em sua casa, perguntam ¨Como vai o bebé ?¨, sendo certo que quase sempre este está bem, mas quem na verdade se sente exausta é a mãe. É comum as jovens mães descurarem a sua própria saúde, talvez por não quererem maçar os médicos com os seus p´roprios problemas, tais como fadiga crónica ou corrimento presistente. No entanto, a sua boa saúde e o seu estado emocional são tão importantes como os do seu bebé.
Normalmente, os sentimentos maternais desenvolvem-se à medida que vai conhecendo melhor o seu bebé e que todas as canseiras dos últimos tempos vão ficando para trás no tempo.
Cerca de 3 a 5 dias após o parto as consideráveis variações hormonais que se processam podem provocar em si, vontade de chorar, irritabilidade, fadiga, sentimentos depressivos, tensºao em poucas palavras, vocªe pode sentir-se esgotada ! Estas quebras no seu humor são normalmente passageiras e não tardam a desaparecer.
Se, no entanto, os seus sentimentos em relação ao bebé a preocupam ou se tiver mesmo a sensação de que você ou o seu companheiro seriam capazes de prejudicar o bebé, deverá pedir ajuda a alguem imediatamente. Fale com a parteira ou com o seu médico ou tente arranjar outra maneira de ter aconselhamento psicologico...
Não tente ser uma "super mulher".
Se puder, arranje uma maneira de ter uma ajudinha durante as primeiras duas semanas após o parto.Os seus familiares e amigos terão com certeza todo o prazer em ajudá-la nesta situação. Poderão aliviá-la de algum trabalho que não tenha a ver directamente com os cuidados essenciais a prestar à criança.
Tente relaxar com a maioria da frequência que puder. Quando o seu bebé estiver a dormir, aproveite essa opurtunidade para descançar mesmo que seja apenas as pernas em repouso durante alguns minutos.
Também o seu parceiro deverá nesta altura apoiá-la e partilhar responsabilidade pelas tarefas domesticas, as idas ás compras, aos cuidados prestados ao bebé e aos irmãos mais velhos...
Agora que o seu bebé já nasceu promova a recuperação das esrias provocadas pela gravidez com a utilização de um creme ou de óleos espeçíficos de massagens...
Passados dois ou três meses do parto, muitas mulheres notam que o seu cabelo começa a ficar seco e com tendência para cair.
Tal deve-se ás transformações hormonais que vão pô-la de novo, no seu estado normal, antes da gravidez ...
O seu estado Emocional
Certas mães apaixonam-se de imediato pelos seus bebés, ao passo que as outras parecem precisar de mais tempo para que tal aconteça.Ambas as reacções sºao prefeitamente compreensíveis.Normalmente, os sentimentos maternais desenvolvem-se à medida que vai conhecendo melhor o seu bebé e que todas as canseiras dos últimos tempos vão ficando para trás no tempo.
Cerca de 3 a 5 dias após o parto as consideráveis variações hormonais que se processam podem provocar em si, vontade de chorar, irritabilidade, fadiga, sentimentos depressivos, tensºao em poucas palavras, vocªe pode sentir-se esgotada ! Estas quebras no seu humor são normalmente passageiras e não tardam a desaparecer.
Se, no entanto, os seus sentimentos em relação ao bebé a preocupam ou se tiver mesmo a sensação de que você ou o seu companheiro seriam capazes de prejudicar o bebé, deverá pedir ajuda a alguem imediatamente. Fale com a parteira ou com o seu médico ou tente arranjar outra maneira de ter aconselhamento psicologico...
Deixe que a ajudem
Se puder, arranje uma maneira de ter uma ajudinha durante as primeiras duas semanas após o parto.Os seus familiares e amigos terão com certeza todo o prazer em ajudá-la nesta situação. Poderão aliviá-la de algum trabalho que não tenha a ver directamente com os cuidados essenciais a prestar à criança.
Tente relaxar com a maioria da frequência que puder. Quando o seu bebé estiver a dormir, aproveite essa opurtunidade para descançar mesmo que seja apenas as pernas em repouso durante alguns minutos.
Também o seu parceiro deverá nesta altura apoiá-la e partilhar responsabilidade pelas tarefas domesticas, as idas ás compras, aos cuidados prestados ao bebé e aos irmãos mais velhos...
Pele e cabelo
Agora que o seu bebé já nasceu promova a recuperação das esrias provocadas pela gravidez com a utilização de um creme ou de óleos espeçíficos de massagens...
Passados dois ou três meses do parto, muitas mulheres notam que o seu cabelo começa a ficar seco e com tendência para cair.
Tal deve-se ás transformações hormonais que vão pô-la de novo, no seu estado normal, antes da gravidez ...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Duvidas e mais Duvidas :D
Pirose - azia - queimação
É comum a partir do segundo trimestre da gestação. Geralmente melhora com dieta fraccionada, diminuindo as frituras, café, chá, pimenta,vinagre,frutas acidas (laranjas), álcool e fumo.
Medidas gerais como não deitar após as refeições e elevar a cabeceira do leito também são benéficas.
O médico poderá decidir que a gestante terá que fazer uso de medicamentos.
É comum a partir do segundo trimestre da gestação. Geralmente melhora com dieta fraccionada, diminuindo as frituras, café, chá, pimenta,vinagre,frutas acidas (laranjas), álcool e fumo.
Medidas gerais como não deitar após as refeições e elevar a cabeceira do leito também são benéficas.
O médico poderá decidir que a gestante terá que fazer uso de medicamentos.
Os medicamentos devem ser evitados ao máximo.
Caso essas queixas não desapareçam ou sejam persistentes podem ser manifestações de doenças mais complexas.
Caso essas queixas não desapareçam ou sejam persistentes podem ser manifestações de doenças mais complexas.
Náuseas e vômitos
São comuns no início da gestação. Quando ocorrem no final da gestação podem estar associados a doenças importantes, devendo ser sempre comunicado ao seu médico.
As orientações para a gestante são as seguintes: fraccionar a dieta (comer mais vezes e menos a cada vez), evitar frituras, gorduras e alimentos com cheiro forte ou desagradável; evitar líquidos durante as refeições e ingerí-los de preferência nos intervalos.
Quando os sintomas forem muito freqüentes seu médico irá avaliar a necessidade do uso de medicações.
Fraquezas e desmaiosPodem acontecer após mudanças bruscas de posição e também quando a gestante ficar sem se alimentar.
Gestantes não devem fazer jejum prolongado.
Geralmente deitar de lado (esquerdo preferencialmente) respirando calma e profundamente melhora a sensação de fraqueza e desmaio.
Hemorróidas
São comuns principalmente nos últimos três meses de gestação, após o parto e também em gestantes que já apresentavam o problema antes da gravidez.
As gestantes devem procurar manter o hábito intestinal regular (manter o intestino funcionando bem). Sempre que as fezes estiverem endurecidas, causando dificuldade para evacuar, as hemorróidas podem sangrar ou doer.
Dietas ricas em fibras e a ingestão de líquidos auxiliam o funcionamento dos intestinos.
Corrimento vaginalO aumento do fluxo vaginal (leucorréia, corrimento) é comum em gestantes. O fluxo vaginal normal não causa coceira, mau cheiro, ardência ou dor nas relações.
Consulte seu médico se apresentar os sintomas acima.
Quando ocorre ruptura da bolsa das águas (um dos sinais de parto) a paciente pode referir aumento do corrimento vaginal. É sempre necessário avisar seu médico quando houver suspeita de ruptura da bolsa com saída de líquido amniótico.
Queixas urinárias
O aumento do número de micções é comum na gestação, principalmente no início e no final da gestação por aumento uterino e compressão da bexiga. Como a infecção urinária é mais comum em gestantes, sempre que houver ardência para urinar, dor, sangue na urina ou febre seu médico deve ser comunicado.
Dor de cabeça - cefaléiaDores de cabeça mais freqüentemente estão associadas a tensões, conflitos e temores, entretanto podem estar associadas a doenças mais sérias. Sempre deve ser afastada a presença de pressão alta. Seu médico avaliará a necessidade do uso de medicações.
Durante a gestação é mais comum o sangramento de mucosas (nasal, gengival) pois, além de uma maior vascularização nas mucosas, seus pequenos vasos sangüíneos ficam mais frágeis. A causa mais freqüente de sangramento gengival é a inflamação crônica da gengiva.
A gestante deve escovar os dentes com escova macia, massagear a gengiva e passar fio dental. Esse sintoma deve ser relatado a seu médico (ocasionalmente pode estar associado a outros problemas da coagulação do sangue) e ao dentista.
Sangramento nas gengivas
Edema na pernas - inchaço
Principalmente no final da gestação ocorre inchaço de membros inferiores. Quando não estiver associado à perda de proteínas na urina e à pressão alta geralmente reflecte o acúmulo de líquido característico da gestação.
Existem posições que dificultam o retorno venoso (volta do sangue das pernas para o coração). Gestantes com edema não devem ficar em pé (paradas) ou sentadas durante muito tempo. É recomendável exercitar as pernas (caminhar).
O edema diminui na posição deitada (preferencialmente sobre o lado esquerdo) e também com a elevação das pernas acima do nível do coração.
Outra medida importante é retirar anéis dos dedos da mão, pois ocasionalmente ocorre edema nas mãos e dificuldade de retirada desses adornos.
Cãibras
Podem ocorrer durante a gestação, geralmente após excesso de exercício.
Quando ocorre, o músculo deve ser massajando, podendo-se aplicar calor no local.
Cloasma gravídico - manchas no rosto - asa de borboleta no rosto
Manchas escuras na pele podem ocorrer durante a gestação. Essas costumam diminuir em até 6 meses após o parto, entretanto em algumas mulheres persistem.
São manchas semelhantes àquelas que ocorrem pelo uso de anticoncepcional oral. Gestantes que apresentam essas manchas devem evitar a exposição ao sol.
Manchas escuras na pele podem ocorrer durante a gestação. Essas costumam diminuir em até 6 meses após o parto, entretanto em algumas mulheres persistem.
São manchas semelhantes àquelas que ocorrem pelo uso de anticoncepcional oral. Gestantes que apresentam essas manchas devem evitar a exposição ao sol.
Estrias
As estrias são resultado da distensão dos tecidos. Modo eficaz de preveni-las não existe. Não engordar muito é importante para diminuir sua incidência, entretanto existe predisposição individual a apresentar estrias.
Ainda que controverso, recomenda-se massagem com substâncias oleosas nos tecidos mais propensos a estrias (abdômen, seios e coxas).
Seu médico poderá lhe indicar um creme para massajar a pele.
Sobre o mamilo não devem ser aplicados cremes. As estrias são inicialmente arroxeadas e com o tempo ficam branquicentas.
domingo, 4 de setembro de 2011
Colicas na gravidez
É normal sentir cólica na gravidez?
Sim, é normal. Carregar um bebê na barriga pressiona os músculos, ligamentos, veias e os outros tecidos internos do seu corpo, portanto não é de surpreender que você fique desconfortável.
A maior parte dessas dores melhora se você mudar de posição ou encontrar uma forma de relaxar. No entanto, se houver outros sintomas, como febre, sangramentos, calafrios, vômitos e dor ao urinar, pode ser sinal de um problema mais sério e você deve procurar orientação médica imediatamente.
A maior parte dessas dores melhora se você mudar de posição ou encontrar uma forma de relaxar. No entanto, se houver outros sintomas, como febre, sangramentos, calafrios, vômitos e dor ao urinar, pode ser sinal de um problema mais sério e você deve procurar orientação médica imediatamente.
Há algo que eu possa fazer para melhorar a cólica na gravidez?
Sim, você pode tomar algumas medidas para amenizar a dor. Comece tentando identificar a causa:
Distensão nos ligamentos:
- O que você pode sentir: Cólicas leves de um lado ou dos dois lados.
- Qual é a causa: Os ligamentos estão se distendendo para sustentar o útero, que está crescendo.
- Quando pode acontecer: Desde o comecinho até o fim da gravidez.
- O que fazer: Sente-se ou deite e coloque os pés para cima. Descansar quando a dor aparece costuma aliviar a cólica. O médico pode receitar analgésicos ou antiespasmódicos. Mas só tome remédio sob orientação expressa do médico que acompanha sua gravidez.
Alcool na Gravidez
O álcool passa a placenta fácil e rapidamente e pode prejudicar tanto a si como o bebé. Mulheres que abusam do consumo de álcool podem contrair cancro no peito e doenças no fígado, ambas mortíferas.
Embora não se possa determinar qual a quantidade necessária para causar danos no seu filho, não é aconselhável faze-lo de todo pois pode provocar deficiências graves. Todavia, se bebeu álcool antes de saber que estava gravida e agora já não bebe, à partida, não terá nenhuma consequência negativa.
Ainda que um consumo esporádico de álcool possa não fazer mal, a grande maioria das mulheres decide não beber absolutamente nada durante a gravidez.
Se consumir álcool o seu bebé pode nascer com problemas de visão, audição e dificuldades de aprendizagem. Isto poderá agravar-se ainda mais se a mãe fumar, consumir drogas e tiver uma alimentação deficiente.
Antes de beber confira sempre o volume de álcool nas etiquetas das garrafas e latas e escolha a mais baixa ou a que tem 0%. Tenha preferência por vinhos e cervejas sem álcool. Tire todas as bebidas alcoólicas de casa. Procure outras maneiras de descontracção e relax como por exemplo, um banho quente, fazer amor ou ouvir uma música suave.
Se costumava consumir álcool com frequência e é difícil para si reduzir ou parar, deve pedir ajuda (para seu bem e do seu filho)! Pode ser difícil admitir que tem um problema de alcoolismo e procurar apoio, mas o vício do álcool pode ser ultrapassado tal e qual qualquer outro. Fale sobre o assunto com o seu médico de família que poderá indicar-lhe onde encontrar ajuda especializada.
Deslocamento de plancenta ..
Órgão vascular e transitório que se forma com o embrião, a placenta exerce um papel fundamental no bom andamento da gravidez, pois permite as trocas necessárias para que o feto se desenvolva. É por esse motivo que um quadro de descolamento é considerado uma eventualidade grave, que pode prejudicar mãe e bebê, devendo receber atenção médica imediata.
A placenta tem funções vitais dentro da vida intra-uterina: permite que o sangue fetal seja oxigenado e receba materiais nutritivos, além de garantir a eliminação do dióxido de carbono e de outros produtos do metabolismo do bebê, os chamados resíduos nitrogenados.
No período final da gravidez, a placenta pesa cerca de 500 gramas, sendo expulsa naturalmente do corpo da mulher logo depois do nascimento da criança. Nos raros casos em que ela não se desprende - nem mesmo através de indução -, faz-se uma curetagem uterina, que significa retirar a placenta manualmente.
Essencial para o bom andamento da gravidez, a placenta deve permanecer na posição adequada durante toda a gestação. Portanto, o seu descolamento é considerado uma eventualidade grave. Este problema pode ocorrer em qualquer época da gravidez acima da 20ª semana, necessitando de intervenção urgente.
Causas
O descolamento de placenta está associado à hipertensão (responsável por grande parte dos casos), histórico prévio de placenta descolada, tabagismo e uso de substâncias ilícitas. O problema também pode acontecer devido a traumatismos significativos, como um acidente de carro ou uma queda da escada, por exemplo.

Sintomas
O descolamento pode acontecer na segunda metade da gravidez, sendo marcado por hemorragia e, algumas vezes, dor abdominal intensa.
Na dúvida, a gestante deve procurar ajuda médica ao menor sinal de sangramento genital depois da 20ª semana de gestação.
Consequências
Além de trazer complicações sérias à mulher, como distúrbios de coagulação e insuficiência renal, o descolamento de placenta pode provocar morte fetal em muitos casos. Em situações mais raras e extremas, a mortalidade materna também é relatada.
Quando o bebê sobrevive, seu parto acontece através de cesárea, sendo necessário que ele receba transfusão de sangue.
Existem alguns quadros crônicos de descolamento de placenta, que devem ser acompanhados com monitoração rigorosa e freqüente, o que pede repouso absoluto da paciente.
Embora possa assustar em virtude de suas conseqüências, é importante saber que o descolamento de placenta pode ser evitado com um bom pré-natal. No programa, deve-se manter um rigoroso controle da pressão arterial.
Além disso, a grávida deve priorizar uma vida saudável, garantindo uma boa nutrição e ficando longe de álcool, cigarro e drogas.
A placenta tem funções vitais dentro da vida intra-uterina: permite que o sangue fetal seja oxigenado e receba materiais nutritivos, além de garantir a eliminação do dióxido de carbono e de outros produtos do metabolismo do bebê, os chamados resíduos nitrogenados.
No período final da gravidez, a placenta pesa cerca de 500 gramas, sendo expulsa naturalmente do corpo da mulher logo depois do nascimento da criança. Nos raros casos em que ela não se desprende - nem mesmo através de indução -, faz-se uma curetagem uterina, que significa retirar a placenta manualmente.
Essencial para o bom andamento da gravidez, a placenta deve permanecer na posição adequada durante toda a gestação. Portanto, o seu descolamento é considerado uma eventualidade grave. Este problema pode ocorrer em qualquer época da gravidez acima da 20ª semana, necessitando de intervenção urgente.
Causas
O descolamento de placenta está associado à hipertensão (responsável por grande parte dos casos), histórico prévio de placenta descolada, tabagismo e uso de substâncias ilícitas. O problema também pode acontecer devido a traumatismos significativos, como um acidente de carro ou uma queda da escada, por exemplo.
Sintomas
O descolamento pode acontecer na segunda metade da gravidez, sendo marcado por hemorragia e, algumas vezes, dor abdominal intensa.
Na dúvida, a gestante deve procurar ajuda médica ao menor sinal de sangramento genital depois da 20ª semana de gestação.
Consequências
Além de trazer complicações sérias à mulher, como distúrbios de coagulação e insuficiência renal, o descolamento de placenta pode provocar morte fetal em muitos casos. Em situações mais raras e extremas, a mortalidade materna também é relatada.
Quando o bebê sobrevive, seu parto acontece através de cesárea, sendo necessário que ele receba transfusão de sangue.
Existem alguns quadros crônicos de descolamento de placenta, que devem ser acompanhados com monitoração rigorosa e freqüente, o que pede repouso absoluto da paciente.
Embora possa assustar em virtude de suas conseqüências, é importante saber que o descolamento de placenta pode ser evitado com um bom pré-natal. No programa, deve-se manter um rigoroso controle da pressão arterial.
Além disso, a grávida deve priorizar uma vida saudável, garantindo uma boa nutrição e ficando longe de álcool, cigarro e drogas.
pré-eclâmpsia o.o
Cerca de 10% das grávidas chegam a apresentar quadros de pré-eclampsia, na maioria das vezes, de forma leve e, normalmente, a meio da gestação.
A pré-eclampsia começa a manifestar-se com o aumento de pressão arterial (hipertensão) e inchaço por retenção de líquidos (edemas).
Só por si, estes sintomas não são sinal de alarme: todas a grávidas geralmente ficam inchadas e desconfortáveis nas últimas semanas de gravidez. No entanto, se não diagnosticada rapidamente, a pré-eclampsia pode evoluir para um quadro de eclampsia, levando a convulsões, coma e, por vezes, a situações mais graves.
O risco de sofrer uma pré-eclampsia é maior em mulheres com gravidezes múltiplas, em mães adolescentes e em mulheres com mais de 40 anos de idade.
Outros factores de risco são:
- - História familiar de pré-eclampsia (inclusive na família do pai)
- - Primeira gestação
- - Pré-eclampsia em uma gestação anterior
- - Mulheres previamente hipertensas
- - Obesidade
- - Diabetes
- - Doença renal crónica
- - Gestantes com doenças auto-imunes
- - Intervalo de tempo prolongado entre gravidezes.
A pré-eclampsia está associada a algumas complicações, além do risco de eclampsia, como síndrome HELLP (comprometimento do fígado, das plaquetas e anemia), descolamento prematuro da placenta, alterações da vitalidade fetal e aumento da morbidez e mortalidade neo-natal.
O Parto, ou a Interrupção da Gravidez:
A indicação de interromper a gravidez vai depender da idade gestacional, da gravidade da pré-eclampsia e da presença ou não de complicações.
Antes das 34 semanas, é possível uma conduta conservadora nos casos de pré- eclampsia grave, de forma a aguardar a maturidade fetal.
Nesses casos, recomenda-se a administração de medicamentos, que acelerem a maturação pulmonar do bebé, para que este sobreviva a um parto prematuro. Ao mesmo tempo, a mãe receberá também medicamentos para tentar controlar a pressão arterial.
A partir da 34ª semana, em geral, indica-se a interrupção da gravidez. A interrupção da gravidez também pode ser necessária antes dessa idade gestacional, caso surjam complicações colocando em risco o bem-estar da mãe ou do bebé.
Embora em muitos casos se opte pela cesariana, por ser mais imediato, o parto normal é preferível, por causa dos distúrbios da coagulação, que podem complicar a pré-eclampsia. Além do facto de o risco de sangramento ser, evidentemente, muito maior na cesariana, do que no parto normal.
Nos casos de pré-eclampsia leve, não há necessidade de antecipar o parto, e normalmente aguarda-se até à 40ª semana, desde que os níveis de tensão estejam sob controlo.
Entretanto, as consultas pré-natais devem ser mais frequentes, de forma a detectar possíveis evoluções do quadro para pré-eclampsia grave.
Prevenção:Infelizmente a prevenção ideal ainda não foi encontrada.
Muitas teorias dizem que as causas podem estar relacionadas com factores genéticos, alimentares, vasculares, e neurológicos, mas não há uma causa exacta e comprovada.
No entanto, recomenda-se que, antes de engravidar, atinja limites normais de peso, e que durante a gravidez, não aumente excessivamente de peso.
Tenha um vida equilibrada e sem excessos, faça uma dieta equilibrada, repouse moderadamente, e tente dormir para o lado esquerdo.
Hipertensao na gravidez . . .
O que significa ter hipertensão?Pode dizer-se que a Tensão Arterial é o resultado da força exercida pelo sangue contra a parede das artérias, sendo condicionada por vários factores. É representada por um valor máximo que, de uma forma simplificada, podemos dizer que corresponde à contracção do coração em cada batimento (TA sistólica) e um valor mínimo (TA diastólica), que corresponde ao momento em que o coração relaxa entre dois batimentos. As artérias são vasos dotados de uma camada muscular, reactiva a várias substâncias, o que explica a variabilidade da tensão arterial, sendo diferente, por exemplo, se estamos em repouso ou sob stress. Estas pequenas variações são normais. Valores persistentemente elevados (superiores a 140/90mmHg) significam hipertensão.
Como se diagnostica a hipertensão durante a gravidez?Durante a gravidez, os valores da TA habituais descem, particularmente a partir das 12 semanas, para voltar a subir durante o último trimestre. Esta descida é fisiológica, sendo devida à inibição da contracção da tal camada muscular das artérias, que assim relaxam. Esta descida ocorre também se a grávida tem hipertensão prévia à gravidez; por esse motivo o médico pode mesmo suspender a medicação que fazia para controlar a TA.
O diagnóstico de hipertensão numa grávida previamente saudável faz-se por comparação com os valores anteriormente observados, isto é, não é necessário que atinja os 140/90 mmHg; considera-se que uma subida de 15 mmHg nos valores a TA diastólica (mínima) ou de 30 mmHg na TA sistólica (máxima) indica hipertensão. Este é também um dos motivos para que inicie precocemente a sua vigilância pré-natal: os valores da tensão arterial nesta fase constituem uma referência importante, inclusivamente para determinar se a sua hipertensão é anterior à gravidez ou determinada por esta.
Como se avalia a tensão arterial?A grávida deve manter-se previamente em repouso durante 10 a 20 minutos; a braçadeira do aparelho deve ter dimensões ajustadas; o braço deve manter-se em repouso em posição horizontal e ao mesmo nível da área cardíaca; a medição pode fazer-se com a grávida sentada ou deitada sobre o lado esquerdo (não deitada de costas porque os valores da TA descem). O diagnóstico nunca se baseia numa só avaliação.
Então pode haver diferentes formas de hipertensão na gravidez?A resposta é sim. De uma forma geral podemos ter:
- Hipertensão induzida pela gravidez, que habitualmente surge na segunda metade da gestação e desaparece algum tempo após o parto. Quando tem alguma gravidade leva ao compromisso de todo o organismo, podendo aparecer manifestações resultantes do atingimento de diferentes orgãos. A pre-eclâmpsia é a complicação mais frequente, reflectindo o compromisso renal, com aparecimento de proteínas na urina.
- Hipertensão crónica, prévia à gravidez e que irá persistir após a mesma.
O que leva ao aparecimento da hipertensão durante a gravidez (hipertensão induzida ou gestatória)?Até hoje esta pergunta mantém-se sem resposta. No entanto reconhece-se hoje o papel da placenta na génese da hipertensão e pré-eclâmpsia.
O aparecimento da hipertensão pode colocar em risco a gravidez?De um modo genérico quanto mais cedo a hipertensão surge, mais grave tenderá a ser o quadro clínico. Assim, quando a hipertensão surge nas últimas semanas de gestação, sem proteinúria (perda de proteínas na urina), a gravidez pode prosseguir com baixo risco materno ou fetal.
A presença de pré-eclâmpsia coloca a grávida em maior situação de risco, já que neste caso a hipertensão é apenas uma manifestação clínica de um processo que envolve diferentes orgãos (rim, sistema nervoso central, fígado, sangue), mesmo que inicialmente isso não seja perceptivel. Um dos riscos é o aparecimento de convulsões, quadro designado por eclâmpsia. O tratamento adequado da pré-eclâmpsia reduz significativamente esta complicação. Também possíveis são a insuficiência renal, habitualmente transitória, ou alterações da coagulação
Diabetes gestacionais
A diabetes gestacional é a diabetes que surge pela primeira vez durante a gravidez. A diabetes é uma doença em que a glicose do sangue, ou níveis de açúcar são altos demais. Demasiada glicose no sangue não é benéfica para o seu bebé. A diabetes gestacional desaparece depois do parto, mas o risco de voltar alguns anos mais tarde é elevado.
Tal como outras formas de diabetes, a diabetes gestacional afecta a forma como o corpo usa o açúcar (glicose), a maior fonte de energia do corpo. Algumas mulheres podem sofrer desta condição durante a gravidez. Se desenvolver diabetes gestacionais saiba que existe 50% de probabilidade de nos próximos 15 anos seguintes à gravidez vir a desenvolver diabetes de tipo II (diabetes mellitus não insulinodependente).
Se tem antecedentes familiares ou mesmo pessoais de diabetes gestacional; se teve um bebé muito pesado na gravidez anterior, se sofreu uma morte fetal não explicada, se sofre de obesidade, se tem níveis de glicose elevados na urina ou excesso de líquido amniótico, o risco de desenvolver diabetes gestacionais é mais elevado.
Na maioria dos casos, a diabetes gestacional poderá ser controlada por uma dieta rica em fibras, baixa em gorduras, e alteração nos hábitos alimentares dos hidratos de carbono. Evitar alimentos açucarados pode ser suficiente, mas por vezes a insulina não pode ser evitada. Deve fazer ecografias regulares para verificar o desenvolvimento do bebé.
Usualmente entre a 24ª e a 28ª semana de gravidez é feito um teste para verificar se sofre de diabetes gestacional. No entanto se já sofreu de diabetes gestacional numa gravidez anterior deve fazer este teste por volta da 13ª semana...
Tal como outras formas de diabetes, a diabetes gestacional afecta a forma como o corpo usa o açúcar (glicose), a maior fonte de energia do corpo. Algumas mulheres podem sofrer desta condição durante a gravidez. Se desenvolver diabetes gestacionais saiba que existe 50% de probabilidade de nos próximos 15 anos seguintes à gravidez vir a desenvolver diabetes de tipo II (diabetes mellitus não insulinodependente).
Se tem antecedentes familiares ou mesmo pessoais de diabetes gestacional; se teve um bebé muito pesado na gravidez anterior, se sofreu uma morte fetal não explicada, se sofre de obesidade, se tem níveis de glicose elevados na urina ou excesso de líquido amniótico, o risco de desenvolver diabetes gestacionais é mais elevado.
Prevenir e controlar
Existem diversos exames que podem ajudar a prever a diabetes gestacional. Se o seu médico suspeitar que pode vir a sofrer de diabetes gestacional, irá submetê-la a uma análise para verificar a sua tolerância à glicose. Este exame mede a glicemia depois de ingerir algo doce que contenha glicose.Na maioria dos casos, a diabetes gestacional poderá ser controlada por uma dieta rica em fibras, baixa em gorduras, e alteração nos hábitos alimentares dos hidratos de carbono. Evitar alimentos açucarados pode ser suficiente, mas por vezes a insulina não pode ser evitada. Deve fazer ecografias regulares para verificar o desenvolvimento do bebé.
Usualmente entre a 24ª e a 28ª semana de gravidez é feito um teste para verificar se sofre de diabetes gestacional. No entanto se já sofreu de diabetes gestacional numa gravidez anterior deve fazer este teste por volta da 13ª semana...
Epidoral **##
A epidural é o tipo de anestesia mais popular para aliviar as dores do parto. A maioria das grávidas opta por uma epidural em prol de outros métodos de alívio das dores.
À medida que se vai preparando para o dia do parto, informe-se e aprenda acerca das soluções para o alívio da dor, e vá formando a sua decisão acerca da experiência que pretende ter com o parto. Descubra o que é, como é aplicada e quais os benéficos e riscos que envolve a anestesia epidural.
À medida que se vai preparando para o dia do parto, informe-se e aprenda acerca das soluções para o alívio da dor, e vá formando a sua decisão acerca da experiência que pretende ter com o parto. Descubra o que é, como é aplicada e quais os benéficos e riscos que envolve a anestesia epidural.
O que é a anestesia epidural
A anestesia epidural é uma anestesia local que bloqueia a dor numa região específica do corpo. O objetivo da epidural é aliviar a dor, em vez de fazer com que se perca a sensibilidade total, tal como acontece com as anestesias locais ou gerais. Numa anestesia geral, o anestésico é injetado na circulação sanguínea, atravessando a placenta e atingindo o bebé. Na anestesia epidural isso não acontece, pois apenas bloqueia os impulsos nervosos da espinal medula inferior resultando numa diminuição da sensação na parte inferior do corpo.Em que consiste a epidural?
A epidural consiste na colocação de um cateter fino, conduzido através de uma agulha condutora, num espaço entre duas membranas: epidural e dura-máter, duas das três membranas que rodeiam o tubo neural onde se encontra a espinal medula. O médico, anestesista, apercebe-se do espaço epidural através da criação de uma pressão negativa resultante do empurrar da agulha condutora junto da segunda membrana, o que de seguida o faz colocar o cateter neste espaço. Este procedimento tem como objetivo bloquear as vias sensitivas, através da injeção de um anestésico neste espaço, junto das inserções neuronais, ao nível das vértebras L3 e L4 (ou mais acima). A medicação administrada inclui anestésicos locais, sendo muitas vezes combinada com doses de opioides para diminuir a quantidade da anestesia local. Desta forma, o alívio da dor é conseguido com os mínimos efeitos secundários possíveis.Como é administrada uma epidural?
Fluidos intravenosos poderão ser administrados antes do trabalho de parto ativo iniciar e antes sequer do procedimento da administração da epidural. A epidural será administrada por um anestesiologista: ser-lhe-á pedido para arquear as costas e para permanecer imóvel deitada no seu lado esquerdo ou sentada; esta posição é vital para prevenir problemas e aumentar a eficácia da própria epidural. Uma substância anticética será utilizada para limpar a linha da cintura diminuindo a hipótese de infeção. Uma pequena parte das suas costas será injetada com um pouco de anestesia local para ser adormecida. De seguida, na parte inferior das costas, será inserida uma agulha na área dormente. Um pequeno tubo ou cateter é inserido, enrolando-o à volta da agulha até ao espaço epidural. A agulha é cuidadosamente removida deixando o cateter no local para que a medicação seja ministrada através de injeções periódicas ou através da infusão contínua. O cateter será fixado às suas costas com adesivo, para impedir a sua remoção.Benefícios da anestesia epidural
- Permite que consiga descansar caso o seu parto seja prolongado.
- Alivia o desconforto do parto, e especialmente para algumas mulheres, torna a experiência do parto mais positiva.
- A maioria das vezes a epidural permite uma participação da mulher ativa no parto.
- Se tiver um parto por cesariana, uma epidural permitir-lhe-á ficar acordada, e no recobro, ajudará no alívio da dor.
- Quando outro tipo de mecanismos ou técnicas já não forem suficientes para ajudar a aliviar as dores do parto, ou forem capazes de combater a exaustão, a epidural poderá permitir que descanse, relaxe e se mantenha focalizada.
- O uso da epidural durante o trabalho de parto está continuamente a ser aperfeiçoado, e muito do seu sucesso depende do cuidado com que é administrada.
Desvantagens da anestesia epidural
- A epidural poderá fazer com que a sua pressão sanguínea desça subitamente. Por este motivo a sua pressão sanguínea é verificada diversas vezes para se confirmar que existe um fluxo sanguíneo adequado para o bebé. Se isto acontecer poderá ter de ser tratada com fluido intravenoso, medicação e oxigénio.
- Poderá experienciar uma dor de cabeça severa devida a uma fuga do fluido espinal. Menos de 1% das mulheres pode experienciar este efeito secundário, e se persistir poderá ser-lhe administrada uma injeção do seu sangue no espaço epidural, para aliviar a dor de cabeça.
- Depois de a epidural ser aplicada terá de deitar-se alternadamente de um lado e do outro e ter monitorizações contínuas para verificar o batimento cardíaco do bebé. Se apenas estiver deitada numa posição poderá diminuir o trabalho de parto.
- Poderá experienciar os seguintes efeitos secundários: tremores, zumbidos na audição, dores de costas, dor no local onde a agulha estiver inserida, náusea ou dificuldade em urinar.
- A epidural poderá dificultar a força que tem de fazer para conseguir expulsar o bebé, podendo ter de ser usados métodos alternativos para ajudar o bebé a ser expulso.
- Durante algumas horas depois do parto poderá sentir a parte inferior do corpo dormente, e poderá não conseguir andar sem ajuda.
- Em casos muito raros, poderão surgir danos ao nível nervoso no local onde o cateter foi inserido.
Tatuagens na gravidez =D
Os riscos são os mesmos para gestantes e não gestantes: infecções como hepatite e aids, sangramentos, quelóides e alergia ao metal. Não se recomenda colocar piercing ou fazer tatuagem para a grávida porque, se surgir alguma dessas complicações, o feto poderá ser afetado. No primeiro trimestre da gestação, quando a criança está se formando, também é contra-indicado tomar remédios, pelo risco de malformação. E no último trimestre, ocorrências mais graves podem levar ao parto
As mulheres tatuadas na barriga têm que tomar precauções especiais durante a gestação (mais cremes, óleos, evitar sol)?
As tatuagens são definitivas e fruto da impregnação de pigmentos coloridos na epiderme. Na gestação, a pele da barriga sofre um grande estiramento e, evidentemente, as tatuagens podem sofrer modificação pela mobilização desses pigmentos. Mas, que eu saiba, não há nada que se possa fazer para evitar essas modificações. A hidratação da pele não se dá de fora para dentro, e sim de dentro para fora. Portanto, mais óleos ou hidratantes não têm nenhum fundamento. Os cuidados com a pele têm que ser os mesmos de todas as grávidas.
O desenho da tatuagem pode não voltar a ser como antes se, por exemplo, a gestante engordar muito ou se fizer cesariana? Muitas mulheres têm que retocar os desenhos...
É óbvio que quanto mais a pele esticar maior a possibilidade do desenho se modificar, e com o ganho de peso excessivo há um maior estiramento da pele. O corte da cesariana, se for feito em cima de uma tatuagem, deverá ser suturado com muito cuidado para que as partes do desenho casem perfeitamente, como quem monta um quebra-cabeça.
É contra-indicado fazer alguma tatuagem durante a gestação? Existem gestantes que tatuam o nome do bebê, nas costas ou no braço, antes de ele nascer...
Deve-se levar em conta apenas o risco de contaminação de doenças como AIDS, caso as técnicas não sejam rigorosamente assépticas.
As mulheres tatuadas na barriga têm que tomar precauções especiais durante a gestação (mais cremes, óleos, evitar sol)?
As tatuagens são definitivas e fruto da impregnação de pigmentos coloridos na epiderme. Na gestação, a pele da barriga sofre um grande estiramento e, evidentemente, as tatuagens podem sofrer modificação pela mobilização desses pigmentos. Mas, que eu saiba, não há nada que se possa fazer para evitar essas modificações. A hidratação da pele não se dá de fora para dentro, e sim de dentro para fora. Portanto, mais óleos ou hidratantes não têm nenhum fundamento. Os cuidados com a pele têm que ser os mesmos de todas as grávidas.
O desenho da tatuagem pode não voltar a ser como antes se, por exemplo, a gestante engordar muito ou se fizer cesariana? Muitas mulheres têm que retocar os desenhos...
É óbvio que quanto mais a pele esticar maior a possibilidade do desenho se modificar, e com o ganho de peso excessivo há um maior estiramento da pele. O corte da cesariana, se for feito em cima de uma tatuagem, deverá ser suturado com muito cuidado para que as partes do desenho casem perfeitamente, como quem monta um quebra-cabeça.
É contra-indicado fazer alguma tatuagem durante a gestação? Existem gestantes que tatuam o nome do bebê, nas costas ou no braço, antes de ele nascer...
Deve-se levar em conta apenas o risco de contaminação de doenças como AIDS, caso as técnicas não sejam rigorosamente assépticas.
Roupas de gravida
Para uma mulher que está grávida de poucas semanas é comum colocar-se esta questão: “Quando devo começar a usar roupas de grávida?”. Logo de seguida começa a pensar: “Em que ocasião devo comprar roupas de grávida?”.
Os seus peitos irão crescer durante a gravidez, podendo crescer até 3 tamanhos, opte sempre por sutiãs que tenham um regulador de tamanho nas alças e nas costas que permitam ajustar-se ao seu tamanho de acordo com o passar do tempo. Opte por sutiãs de alças largas e que tenham um bom suporte para que não se sinta desconfortável. Hoje em dia há tantas variedades de sutiãs que não necessita de sutiãs de grávida especiais. Compre sutiãs conforme for notando que os que já tem não servem. Compre sutiãs em locais onde existem pessoas com formação para a aconselhar qual o sutiã adequado para si, a copa do sutiã varia muito, bem como as costas. Um sutiã 36 significa a largura à volta das suas costas e copa B significa o tamanho da sua mama. Por isso pode ter um sutiã 32 com uma copa C. Tudo depende do seu tipo de corpo.
A verdade é que no primeiro trimestre este assunto não é muito crítico, dado que pode continuar a usar a sua roupa usual sem grande problema. Se esta não for a sua primeira gravidez, talvez tenha de começar a pensar um pouco antes de terminar o seu primeiro trimestre.
Uma boa dica para verificar se necessita ou não de comprar roupas de grávida é quando se sentar e as calças começarem a apertar na cintura, tendo por vezes de desapertar o primeiro botão. Esta é uma boa altura de pensar em fazer umas compritas. Poderá começar por comprar um novo par de calças e mal a barriguita começar a espreitar por debaixo da camisola, talvez esteja na altura de comprar uma camisola mais comprida.
Uma boa dica para verificar se necessita ou não de comprar roupas de grávida é quando se sentar e as calças começarem a apertar na cintura, tendo por vezes de desapertar o primeiro botão. Esta é uma boa altura de pensar em fazer umas compritas. Poderá começar por comprar um novo par de calças e mal a barriguita começar a espreitar por debaixo da camisola, talvez esteja na altura de comprar uma camisola mais comprida.
Se está grávida não necessita de comprar especificamente roupa de grávida. Os vestidos com corte império, as camisolas mais compridas, as roupas de lycra, podem perfeitamente substituir roupa específica de grávida. Em termos de calças ou jeans deverá comprar pelo menos um ou dois pares, pois a cintura das calças terá de ser adequada a uma grávida.
Como se deve vestir uma grávida
As roupas tipo saco já eram; a necessidade de esconder a gravidez felizmente já lá vai. Hoje em dia uma grávida já pode ser sexy e sinónimo de uma mulher com orgulho nas suas belas curvas. Ser confiante da sua gravidez também depende da sua confiança no seu look, seja uma grávida orgulhosa de si e do seu corpo e não se esqueça de ser sexy....Peça emprestado antes de comprar
As roupas de grávida podem ser bastante dispendiosas, e apenas são úteis durante poucos meses. Se tiver familiares ou amigas que possam emprestar algumas roupas aproveite, pois será só por um curto período de tempo.
Se comprar roupa de maternidade pode sempre tentar vendê-la em segunda mão mais tarde, podendo deduzir nos custos.
Se comprar roupa de maternidade pode sempre tentar vendê-la em segunda mão mais tarde, podendo deduzir nos custos.
Pesquise o seu roupeiro
Pesquise o seu armário. Verifique se tem tops largos, calças com cintura mais elástica, ou saias mais largas; procure aquelas roupas mais confortáveis e mais larguinhas. As silhuetas aconselhadas a uma mulher grávida são os vestidos e tops em linha A e os vestidos império. Roupas de licra, ou com elastano, são ideais pois vão esticando à medida que a barriga cresce. Opte por usar roupas mais Justas na zona do peito, e com decote em V para atrair a atenção para o mesmo. Se tem um parceiro, aproveite algumas das roupas dele, pesquise também o armário dele. Camisas, ou t-shirts com elastano que ele use mais justas podem ser as ideais para si.Opte por peças de transição
Por vezes comprar roupa de grávida sem estar adequada a si, pode acabar por comprar uma roupa muito larga no início e que no final da gravidez irá ficar demasiado justa. Pensar que pode ir às compras sem remorsos é sempre bom, dado que ser mãe implica um novo roupeiro… Mas antes de decidir comprar roupa de grávida o ideal é ir com calma e comprar algumas peças básicas que se ajustarão ao momento. Pode optar por algumas peças básicas de grávida e algumas peças compradas numa loja de tamanhos grandes. A roupa de grávida tende a ser bastante dispendiosa, ainda que algumas cadeias de roupas como a Zara ou a H&M já disponham de uma selecção de roupa para grávidas a um preço bastante razoável.Use cores básicas e complemente-as
O segredo está em saber que cores usar, o preto pode parecer uma solução óbvia mas não vai querer parecer que está sempre pronta para um funeral. As cores sólidas são sempre boas opções como o bege, o preto, o cinza. Estas cores são básicas e deve sempre construir um roupeiro com base nelas. Use um vestido cinza e complemente-o com um casaco de malha rosa. Use e abuse das cores e tenha sempre em conta quais as cores que se adequam melhor ao seu tom de pele.Seja sexy
Usar roupas um pouco mais reveladoras já não é nenhum tabu. Usar uma camisola de lycra onde a sua barriga é bem evidenciada não é motivo de nenhum embaraço nos dias de hoje; é sim um motivo de orgulho e de se sentir sexy. Os peitos maiores também são motivo de orgulho: exiba-os com um belo decote em V e use colares e acessórios para dar vida e cor à toda a sua indumentária. A roupa deve ser lisonjeadora da mulher; a roupa de grávida não deve ser demasiado larga, pois senão a mulher dá a sensação de estar demasiado larga também. Mostre alguma pele, se tem uns braços bem delineados não os esconda, use tops sem mangas; use vestidos cai-cai, não tem de estar coberta só porque está grávida. Opte por roupas mais justas que demonstrem a sua nova silhueta e deslumbre.Use uma só cor
Se estiver vestida de uma só cor dos pés à cabeça, dá uma sensação de alguém mais alto e esguio. Pode optar por acrescentar uns apontamentos de interesse como uns brincos compridos, um colar interessante ou uma écharpe para complementar o visual - super chique!Faça camadas
Se optar por peças sobrepostas, pode sempre sentir-se mais confortável por poder remover uma delas sempre que se sentir menos confortável. Usar um cachecoeur por cima de uma camisa proporciona duas vantagens: o cachecoeur cobre e delineia a silhueta e serve para remover se sentir vontade de o fazer. Também não exagere, coloque no máximo duas peças sobrepostas, pois mais que isso dará uma sensação de volume indesejado. Pode usar um vestido de Lycra com um cardigan por cima, ou uma t-shirt mais comprida com uma mais curta por cima, isto criará ailusão de não saber bem onde começa e onde acaba o quê.
Escolha sapatos femininos
Os sapatos de salto muito alto são capazes de começar a ser um pouco desconfortáveis e até mesmo um suplício, dado que os seus pés com o decorrer da gravidez vão começar a inchar um pouco. Opte por sapatos rasos ou sapatos com saltos muitos baixos – que por vezes têm de ser um tamanho acima do seu normal – em vez daqueles saltos altos que preferia usar. Mas ao escolher sapatos rasos não escolha uns sem a menor graça, escolha sempre uns com motivos mais femininos, ou uns ténis mais modernos em vez dos normais de treino. Seja arrojada e mantenha uma gravidez com estilo. Da cabeça aos pés…Use acessórios
Os acessórios são peças essenciais para dar aquele toque especial. Um vestido super simples de uma só cor pode ser um look muito mais interessante se for complementado com um belo colar comprido, ou mesmo com uma écharpe colorida à volta do pescoço. Usar brincos, colares, pulseiras, sacos, écharpes, é tudo uma questão de acrescentar mais interesse ao seu visual. Uma grávida pode ser uma mulher muito sexy e interessante dependendo sempre do que usa para complementar o seu look.
Use roupa interior adequada
O que quer que opte por usar, deve sempre ter conforto e silhueta. Não use nada demasiado justo e desconfortável, mas também não opte por roupas super largas que não se sabe onde começa a mãe e termina a roupa confortável. Faça sempre um equilíbrio destas duas variáveis.Os seus peitos irão crescer durante a gravidez, podendo crescer até 3 tamanhos, opte sempre por sutiãs que tenham um regulador de tamanho nas alças e nas costas que permitam ajustar-se ao seu tamanho de acordo com o passar do tempo. Opte por sutiãs de alças largas e que tenham um bom suporte para que não se sinta desconfortável. Hoje em dia há tantas variedades de sutiãs que não necessita de sutiãs de grávida especiais. Compre sutiãs conforme for notando que os que já tem não servem. Compre sutiãs em locais onde existem pessoas com formação para a aconselhar qual o sutiã adequado para si, a copa do sutiã varia muito, bem como as costas. Um sutiã 36 significa a largura à volta das suas costas e copa B significa o tamanho da sua mama. Por isso pode ter um sutiã 32 com uma copa C. Tudo depende do seu tipo de corpo.
Para a roupa interior o ideal é usar algo confortável que não aperte muito. Pode optar por boxers, são sempre engraçados e não são demasiado justos. A ordem aqui é que a cintura deve estar sempre por debaixo da sua barriga, e nunca em cima dela.
Colicas no bebe :s
O seu bebé acabou de mamar, tem a fralda limpa, mas não pára de chorar? Provavelmente pode estar com cólicas. Observe se ele está inquieto, com rosto vermelho, a fazer caretas, e se, se contorce e encolhe as perninhas. Se sim, definitivamente são cólicas a razão do seu choro. E com razão, porque dói muito.
As cólicas acontecem devido à imaturidade do sistema digestivo do bebé. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem descontroladamente, o que pode resultar em gases, que por sua vez conduzem às cólicas. Estas são muito comuns desde o nascimento e raramente acontecem depois dos seis meses de idade.
O intestino do bebé é preparado para receber só o leite materno até os seis meses de vida. O leite artificial pode fazer com que as crises de cólicas sejam mais frequentes, pois a digestão deste, é mais difícil do que a do leite materno. Todavia, o leite materno pode também originar cólicas no bebé. As mães devem ter especial cuidado com o que comem no período em que amamentam o seu filho. Deverão ser evitados lacticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e alimentos condimentados.
Se o bebé engolir muito ar quando amamenta ou se alimenta, pode também originar gases que potenciam as cólicas.
Existem, todavia, algumas dicas que podem ajudar no alívio das dores do seu bebé. Por exemplo, aplicar compressas mornas na barriga, fazer ginástica com as perninhas como se ele estivesse a pedalar ou massajar a barriga em movimentos circulares, são boas ideias e que costumam dar resultado.
As cólicas acontecem devido à imaturidade do sistema digestivo do bebé. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem descontroladamente, o que pode resultar em gases, que por sua vez conduzem às cólicas. Estas são muito comuns desde o nascimento e raramente acontecem depois dos seis meses de idade.
O intestino do bebé é preparado para receber só o leite materno até os seis meses de vida. O leite artificial pode fazer com que as crises de cólicas sejam mais frequentes, pois a digestão deste, é mais difícil do que a do leite materno. Todavia, o leite materno pode também originar cólicas no bebé. As mães devem ter especial cuidado com o que comem no período em que amamentam o seu filho. Deverão ser evitados lacticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e alimentos condimentados.
Se o bebé engolir muito ar quando amamenta ou se alimenta, pode também originar gases que potenciam as cólicas.
Existem, todavia, algumas dicas que podem ajudar no alívio das dores do seu bebé. Por exemplo, aplicar compressas mornas na barriga, fazer ginástica com as perninhas como se ele estivesse a pedalar ou massajar a barriga em movimentos circulares, são boas ideias e que costumam dar resultado.
Dicas e Sugestões
Vire o bebé com a barriga para baixo, sobre o seu joelho.Experimente esfregar as costas do bebé, isto pode ajudar a aliviar a pressão do estômago.
Procure um ambiente calmo e tranquilo onde alimentar o bebé, pois assim ele não ficará nem tenso nem agitado. Se você se mostrar nervosa, o bebé sente essa ansiedade. Tente manter-se sempre tranquila e transmita-lhe segurança.
Se o bebé for alimentado com leite artificial, e tiver muitas cólicas, experimente mudar de marca, para ver se é essa a causa da irritação.
O bebé deverá ser sempre posto a arrotar depois de comer, já que ajuda a aliviar a pressão acumulada quando engole ar, o que previne a formação de gases.
Dê uma chucha ao bebé, já que a sucção o acalma.
Leve o bebé a passear: o ar fresco e o ritmo dos movimentos podem acalmá-lo e fazer com que adormeça.
Pegue no bebé, fale com ele, e aconchegue-o. O carinho e o amor são as melhores armas para acalmar um bebé choroso.
Pegue no bebé, fale com ele, e aconchegue-o. O carinho e o amor são as melhores armas para acalmar um bebé choroso.
Cuidados a ter depois do Parto +.+
O período logo após o parto chama-se Puerpério, também conhecido como pós-parto ou resguardo. Dura em torno de 6 a 8 semanas e só termina com o retorno das menstruações.
Em nenhuma outra fase da vida modificações físicas tão grandes acontecem em tão curto espaço de tempo.
Todos os órgãos, principalmente os genitais, se recuperam das alterações ocorridas ao longo da gravidez e do parto e nessa fase se inicia a lactação. Além disso, importantes modificações psicológicas ocorrem.
Todas as suas dúvidas devem ser discutidas detalhadamente com o obstetra responsável pelo seu parto, pois é ele quem melhor conhece as particularidades individuais. Aproveite sua permanência na maternidade, também para aprender os cuidados básicos com o bebê. A alta médica geralmente ocorre entre 24 e 36 horas após o parto.
Alimentos podem ser ingeridos imediatamente após o parto normal, mesmo quando foi empregada a anestesia local. Se foi empregada a analgesia (raqui ou peridural), algumas horas são necessárias até o término de seus efeitos. Os primeiros alimentos, preferencialmente líquidos, devem ser de fácil digestão e os vômitos e enjôos contra-indicam a alimentação sem autorização médica. Nos dias seguintes, uma dieta equilibrada que forneça em torno de 2500 calorias/dia é fundamental para a manutenção de um bom estado nutricional, para o retorno do peso e contorno corporal, para um bom funcionamento intestinal e uma adequada produção de leite. 0 consumo de proteínas deve ser maior, incentivando a ingestão de carnes magras, peixes, leite, queijo, ovos e leguminosas como a soja e o feijão. Fibras vegetais podem ser obtidas de legumes, verduras, frutas, germe ou farelo de trigo. Sais minerais e vitaminas encontram-se em carnes magras, leite, queijo, ovos, cereais integrais, legumes, verduras e frutas. Beba líquidos em abundância, principalmente leite, suco de frutas e água, pois a amamentação dá muita sede. Evite o excesso de açúcar, farinhas refinadas e também de gordura animal, frituras e condimentos. Evite o excesso de bebidas alcoólicas. No pós-parto, é freqüente a utilização de suplementos vitamínicos, principalmente aqueles contendo ferro.
Imediatamente após o parto, pela saída do recém-nascido (mais ou menos 3,5 kg), da placenta (mais ou menos 0,5 kg), do líquido amniótico e de sangue (mais ou menos 1 kg), ocorre uma diminuição em torno de 4,5 a 5,0 kg. Outros 1,5 a 2,0 kg adicionais serão perdidos nos próximos 10 dias pela eliminação do líquido retido no organismo ao longo da gravidez.
Quando se sentir segura de que pode permanecer em pé sem se sentir mal, poderá tomar banho, lavando inclusive os cabelos. Os banhos diários são normais. Não são necessários cuidados especiais para as mamas das mulheres que amamentam. É importante o uso de absorvente genital pós-parto, e eles devem ser trocados com freqüência. Absorventes internos podem ser utilizados assim que a região genital cicatrizar, ao redor de 2 semanas após o parto normal, ou 3 semanas após o parto com episiotomia.
0 uso diário de um sutiã, proporcionando maior sustentação das mamas, diminui o estiramento dos ligamentos suspensores e da pele, prevenindo futura flacidez. O uso das cintas é opcional, mas não apresenta contra-indicações, devendo apenas ser evitado o desconforto pelo uso excessivamente apertado.
Não fume ou utilize drogas ilícitas, principalmente se estiver amamentando. Procure organizar uma rotina, dividindo tarefas que não dependam essencialmente de sua presença, para poder se dedicar mais ao recém-nascido.
Atualmente, na maioria dos hospitais, o bebê permanece todo o tempo possível no mesmo quarto junto com a mãe e sob seus cuidados.
As visitas, tanto na maternidade como em casa, não devem ser freqüentes ou prolongadas, pois trazem transtornos à rotina da mãe e do bebê.
Após o parto, o útero continua a se contrair. Isso é necessário para evitar o sangramento excessivo. Na maioria das vezes, estas contrações são indolores, mas algumas mulheres as percebem como cólicas, que podem ser intensas principalmente durante a amamentação. As dores abdominais originadas da operação cesariana ou as dores da episiotomia devem diminuir dia a dia, sendo perfeitamente controláveis pela utilização de analgésicos recomendados pelo obstetra, quando necessários.
Somente podem ser utilizados medicamentos receitados pelo obstetra. Mulheres que amamentam devem ter cuidados redobrados, pois vários remédios passam para o leite e podem prejudicar o bebê.
Assim é chamada a secreção genital que ocorre após o parto. Nos primeiros dias é sanguinolenta, após 10 dias torna-se amarelada, diminui a quantidade e desaparece entre 6 a 8 semanas. Não deve ter cheiro desagradável.
Após o parto, o útero pode ser facilmente palpável e seu fundo alcança a cicatriz umbilical. Regride progressivamente deixando de ser palpável no abdômen em torno de 2 semanas após o parto.
É o nome dado ao corte realizado na região genital com o objetivo de ampliar a passagem para o bebê. É costurado imediatamente após o parto com pontos que caem espontaneamente. Geralmente, não são necessários curativos locais ou outros cuidados além da higiene. Logo após o parto pode ser colocada uma bolsa de gelo no local para aliviar o desconforto.
A primeira micção pós-parto deve ocorrer espontaneamente em até 8 horas. As micções não devem ser dolorosas e nos primeiros dias o volume é maior devido à eliminação da água retida pelo organismo durante a gravidez.
Nos primeiros dias pós-parto pode existir uma tendência a persistir a constipação intestinal que ocorre na gravidez. A evacuação também fica prejudicada pelo receio de dor na região anal, por isso a primeira evacuação após o parto pode demorar alguns dias, principalmente se foi realizada a lavagem intestinal antes do parto. Eventualmente remédios laxativos podem ser receitados. Na região anal, podem aparecer ou se agravarem as hemorróidas, necessitando de cuidados específicos.
Exercícios passivos de flexão e extensão dos pés, pernas e coxas, assim como massagens nessas regiões devem ser realizadas imediatamente após o parto, com a finalidade de ativar a circulação sanguínea. Nos partos em que foi aplicada somente a anestesia local a mulher pode levantar da cama assim que se sentir disposta. Quando foi empregada analgesia (raqui ou peridural) deve-se aguardar que termine o seu efeito, o que ocorre após algumas horas. Antes de levantar-se pela primeira vez, é prudente elevar ao máximo a cabeceira da cama e assim permanecer por alguns minutos. A seguir, permanecer sentada na beirada da cama com as pernas para fora, por alguns minutos, até poder levantar e caminhar, sempre auxiliada por outra pessoa, pois podem ocorrer tonturas. É importante manter uma postura correta, principalmente na hora de amamentar para evitar que ocorram dores nas costas.
Pode ser iniciada logo após a completa cicatrização das regiões traumatizadas na dependência do desejo individual. Nas primeiras relações sexuais, a penetração deve ser mais cuidadosa, pois o revestimento da vagina está mais fino e menos lubrificado.
Para evitar ou espaçar os períodos de gravidez, é aconselhável o uso de um método anticoncepcional. Amamentar com mamadas freqüentes em torno de 3 em 3 horas evita a ovulação e, portanto, a gravidez até o quinto mês pós-parto. No entanto mesmo as mulheres que amamentam como aquelas que não o fazem devem discutir com seu médico o uso de um método anticoncepcional efetivo.
É comum que, ao assumir uma nova identidade, a mulher se sinta insegura quanto às possibilidades de criar o filho, quanto ao sucesso da amamentação e às mudanças físicas pelas quais está passando. Ocorrem mudanças na sua rotina e nas suas outras atividades, sendo muitas vezes difícil para a mãe conciliar todas estas tarefas.
Geralmente realizada algumas semanas após o parto, serve para o médico se assegurar de que as modificações que ocorreram nesse período são normais, avaliar a amamentação, indicar tratamento para queixas existentes e facilitar a discussão de outros assuntos.
Os exercícios para a musculatura que forma o assoalho da bacia podem ser iniciados no dia seguinte ao parto, realizados várias vezes ao dia e praticados por toda a vida. Eles reforçam a sustentação da bexiga e do intestino, fortalecendo a vagina e diminuindo o risco do aparecimento futuro de problemas como perda de urina (incontinência urinária) e queda da bexiga.
Os exercícios físicos para corrigir a flacidez abdominal e o contorno corporal podem ser iniciados após 2 semanas do parto normal, iniciando com poucos minutos, até atingir 20 a 30 minutos por dia. De maneira semelhante, pode ser iniciada a prática desportiva. Quando o parto tiver sido cesariana, seu início deve aguardar em torno de 6 semanas.
As seguintes atividades físicas podem melhorar suas condições musculares e devem ser iniciadas após permissão médica e realizados em local e horário adequado.
Exercício 1 - Deite-se de costas, sem travesseiro, com as pernas esticadas juntas e os braços ao lado do corpo. Respire profundamente expandindo o peito e contraindo a barriga.
Exercício 2 - Partindo da posição indicada no exercício anterior, dobre a cabeça para frente e toque o peito com o queixo mantendo relaxado o restante do corpo.
Exercício 3 - Partindo da posição indicada no exercício 1 levante uma das pernas, dobrando o joelho até encostar a coxa na barriga. Faça este exercício alternando a perna direita com a esquerda.
Exercício 4 - Partindo da posição indicada no exercício 1, levante uma das pernas o mais que puder, sem dobrar o joelho. Após alguns segundos, abaixe a perna lentamente. Faça este exercício alternando a perna direita com a esquerda.
Exercício 5 - Partindo da posição indicada no exercício 1, levante as duas pernas juntas o mais que puder, sem dobrar os joelhos. Após alguns segundos, abaixe as pernas lentamente até retornar a posição inicial.
Exercício 6 - Deite-se de costas, sem travesseiro, com as pernas esticadas e cruze os braços sobre o peito. Sem mover os pés e as pernas, levante a cabeça e os ombros alguns centímetros do chão. Fique assim por alguns instantes e retorne a posição inicial.
Exercício 7 - Partindo da posição indicada no exercício 6, sem mover os pés e as pernas, levante o tronco até ficar sentada. Após alguns instantes retorne a posição inicial. Este exercício pode ser realizado com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça
Exercício 8 - Após tente ficar sentada e incline-se para frente 3 vezes, antes de retornar a posição inicial.
Exercício 9 - Deite-se de costas, sem travesseiro, com as pernas ligeiramente afastadas e dobradas, com os pés apoiados no chão, e os braços ao longo do corpo. Levante os quadris de modo que o corpo fique apoiado somente nos pés e nos ombros. Junte os joelhos e contraia os músculos da vagina, ânus e nádegas e retorne a posição inicial.
Exercício 10 - Apóie-se sobre os cotovelos e os joelhos, mantendo as costas retas, e contraia a barriga, mantendo-a assim por alguns segundos. Aumente diariamente esse tempo até alguns minutos.
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